Cardiologia

O coração do homem na era digital [3/4]

Ao perceber a ameaça, o cérebro emite ordens para mobilizar imediatamente a defesa que é ativada com a descarga de adrenalina no sangue, para manter o estado de alerta. Isso acontece normalmente quando o organismo precisa de respostas rápidas e de curta duração. Nessas ocasiões, o coração bate mais rápido, a respiração muda, a pressão arterial eleva-se, as artérias dos músculos dilatam-se e a transpiração aumenta. Há  desvio de sangue do cérebro, do coração e dos rins, prejudicando a irrigação desses órgãos em favor dos músculos periféricos.

O coração do homem na era digital [2/4]

O conhecimento perdeu a profundidade em favor da superficialidade e as pessoas não se dão conta da ignorância em que vivem, pensando e iludindo-se de que sabem muita coisa. O fato da pesquisa na internet promover informações rápidas satisfaz a maioria. Entretanto, a seleção da fonte de informação nem sempre é verificada.

O coração do homem na era digital [1/4]

Desde os primórdios os homens  se agrupam, formando sociedades, e para manter o relacionamento, a comunicação é fundamental.
Nos últimos tempos  a comunicação digital  oferece a possibilidade do homem poder estar a par de tudo, não importando a distância, o local, ou a hora. A informação é instantânea. Esse progresso traz inúmeros benefícios, pois uma pesquisa com resultados de aplicação prática, pode ser divulgada ao seu término. Uma opinião importante, pode ser obtida de qualquer lugar.

Prof. Dra. Marisa Campos Moraes Amato

Cardiologia

Especialista em Cardiologia pela Associação Médica Brasileira. Mestrado em Ciências, na área de Fisiologia Humana, pela Universidade de São Paulo,1982. Doutorado em Medicina pela Universidade de São Paulo,1988. Bolsista de pós doutorado do governo alemão pela Fundação Alexander von Humboldt, em Hamburg, 1992/1993. Professora Livre Docente de Cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 1998. Artigo Científico com repercussão internacional, publicado na Heart British Medical Journal, servindo de referência para o Consenso Europeu de Cardiopatias Valvares, 2001.

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