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Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou Derrame. Início de derrame.

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Você sabia que um ataque isquêmico transitório, ou AIT, é um sinal de alerta de que um derrame pode estar por vir? Mesmo que os sintomas sejam temporários, um AIT é um sinal de que algo está errado com a circulação sanguínea no cérebro. Neste artigo, vamos explorar o que causa um AIT, como é diagnosticado, quais são as opções de tratamento, incluindo a cirurgia de carótida, e quais são os riscos associados. Se você ou alguém que você conhece já teve um AIT, é importante entender o que pode ser feito para prevenir um derrame mais grave.

Sumário

O que é um ataque isquêmico transitório?

Os ataques isquêmicos transitórios (AIT, “início de derrame”) cursam com sintomas parecidos com o acidente vascular cerebral (AVC, “derrame”), mas são de duração curta (menos de 1 hora). Pode ocorrer perda repentina da força muscular, perda de sensibilidade ou formigamento de um braço ou perna ou todo um lado do corpo. Também pode haver dificuldade de comunicação, tonturas, alteração na memória e perda subita e momentânea da visão, também conhecida como amaurose fugaz.

O médico Alexandre Amato, cirurgião vascular e endovascular e professora assistente de cirurgia vascular da Unisa, fala sobre como problemas vasculares podem causar derrames. Ele explica que quando ocorre uma estenose ou oclusão da artéria que irriga o cérebro, isso pode causar um derrame. É importante que pessoas que tiveram um início de derrame procurem um especialista para investigar e tratar a causa. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, dependendo da obstrução. É fundamental que o paciente siga o acompanhamento com o médico após o pronto-atendimento e procure o médico especialista para continuidade do tratamento. Amato recomenda que o paciente converse com o especialista apto a realizar ambos os procedimentos (cirurgia aberta e endovascular) para saber qual é o mais indicado para o seu caso. Ele alerta que é necessário estar atento aos sintomas, já que o início de um derrame pode ser apenas um aviso.

[Música] nesse momento no programa vida e saúde na TV eu recebo novamente Doutor Alexandre Amato ele quer cirurgião vascular e endovascular e professora assistente de cirurgia vascular da Unisa e vai falar mais sobre problemas vasculares seja bem-vindo Doutor Olá Mário Olá a todos Obrigado pelo convite acho que o assunto de hoje aqui é muito pertinente importante para todo mundo importantíssimo eu quero começar essa conversa falando se problemas vasculares podem causar derrames sim Maria existem problemas vasculares que podem sim causar derrames então o nosso cérebro é irrigado por algumas artérias principais como as carótidas e as vertebrais quando ocorre uma estenose que é uma obstrução ou mesmo uma oclusão da artéria que irriga o cérebro isso pode sim causar um derrame então existem outras causas para derrame também mas quando a causa é vas Isso deve ser pesquisado e deve ser investigado e tratado por um especialista então o importante é Principalmente nos casos de quem teve um início de derrame que é o chamado acidente isquêmico transitório São pessoas que vão no pronto-socorro que tenham o diagnóstico desse início de derrame e que não fazem um acompanhamento depois esse acompanhamento é necessário a investigação da causa desse início de derrame ou mesmo de quem teve um derrame de verdade o acidente vascular cerebral a causa precisa ser identificada deve procurar o pronto-socorro Né o pronto-socorro é mais próximo é o indicado e lá vai encontrar um médico que será apto a fazer o diagnóstico e o tratamento Inicial né o tratamento Inicial é essencial mas deve haver um acompanhamento depois então paciente melhorou ficou tudo bem foi para casa não deve tomar atitude de tenho medo de médico não quero mais passar em médio que ele tem deve acompanhar com o seu médico de confiança após esse pronto atendimento especialista o paciente deve procurar para continuidade do tratamento Mari é o seguinte se a causa já foi diagnosticada ele deve procurar o médico especialista então se a causa do derrame foi um problema cardíaco lhe deve procurar o seu cardiologista ou se a causa foi vascular deve procurar o seu cirurgião vascular se a causa não foi identificada na internação que pode acontecer e não é nenhuma absurdo ele deve procurar o seu Clínico ou o seu neurologista e fazer um acompanhamento tentar identificar essa causa no caso de uma causa vascular Quais são os tratamentos possíveis bom havendo uma estenose ou uma obstrução da carótida Existem os pacientes que necessitam de um tratamento Clínico então com medicamento alteração de hábitos de vida e tem aqueles que precisam de tratamento cirúrgico então em que essa obstrução deve ser consertada né Nós abrimos essa artéria retiramos essa placa que está obstruindo Então existe a cirurgia aberta que a cirurgia tradicional em que há um corte no pescoço existe a cirurgia endovascular que é feita por punção e cada uma com suas vantagens e desvantagens Eu recomendo a conversar com o seu especialista apto a realizar ambos os procedimentos para saber quais que são Qual é o mais indicado no seu caso em todos os casos quanto antes o especialista for chamado mais fácil será essa intervenção assim como a recuperação do paciente sem dúvida Sem dúvida obviamente há um momento exato momento mais certo de se fazer o procedimento às vezes é necessário esperar um pouquinho mas é o especialista que vai indicar isso obrigada pela sua participação por esclarecer essas dúvidas Afinal é um tema tão importante e às vezes Falta informação as pessoas não buscam não continuam o tratamento após um derrame por não saber que isso pode acarretar em consequências graves para o seu organismo como ou então pode ser decorrência um problema vascular que a pessoa nem sonhava que tinha Sem dúvida Às vezes o início de um derrame é apenas um aviso Fique atento pode vir um derrame muito pior pela frente ou um derrame não quer dizer que não vá ter outro então deve ser feito um acompanhamento e o tratamento necessário muito obrigada pela sua participação Muito obrigado programa vida e saúde na TV informação com responsabilidade para você [Música]

Acidente Vascular cerebral

O que causa o ataque isquêmico transitório?

Freqüentemente ocorrem por estreitamento (estenose, obstrução) ou oclusão dos principais vasos que irrigam o cérebro (artérias carótidas e vertebrais). O problema começa com o endurecimento das artérias (aterosclerose), causada pelo fumo, pressão alta, colesterol alto e diabetes. No AIT os sintomas são momentâneos e variam de acordo com o vaso ocluído e com o local do cérebro que deixou de ser irrigado.

O vídeo apresenta informações sobre como prevenir um derrame ou AVC (acidente vascular cerebral). O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, explica que o derrame pode ocorrer devido a lesões nas artérias que irrigam o cérebro, principalmente devido à aterosclerose, que pode levar à oclusão das artérias ou à formação de pequenos fragmentos que causam áreas de isquemia. Os principais sintomas de um derrame incluem dificuldade na fala, fraqueza em um lado do corpo, dormência na face e membros, entre outros. O vídeo destaca a importância do screening, que é o rastreamento das lesões assintomáticas antes de ocorrer um derrame ou AVC, e apresenta o ecodoppler de carótidas como um exame eficaz para identificar essas lesões. O Dr. Amato enfatiza que o tratamento envolve uma abordagem clínica conservadora, incluindo medicamentos, hábitos de vida saudáveis e tratamento das doenças coadjuvantes, como diabetes e pressão alta. Ele também discute as vantagens e desvantagens das técnicas de cirurgia aberta e endovascular, enfatizando a importância da decisão individualizada com o cirurgião vascular.

Olá! Eu sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e eu vou falar hoje como evitar um derrame, como evitar um AVC. Como evitar um acidente isquêmico transitório, um acidente cerebral? Na verdade é como evitar que por alguma razão algo impeça o seu cérebro de ser oxigenado, como as artérias que irrigam o cérebro são de competência do cirurgião vascular, a gente acaba lidando muito com a profilaxia e com o tratamento dessas lesões principalmente quando são isquêmicas, existe o AVC isquêmico e existe o AVC hemorrágico, o hemorrágico aquele que tem um sangramento dentro do cérebro. Agora quando é isquêmico quer dizer que algo impediu de chegar ao sangue oxigenado lá no cérebro e acabou levando a essa hipóxia, essa falta de oxigenação e o cérebro é um órgão uma esponja. Ele precisa de muito oxigênio, é um dos órgãos que mais necessita oxigênio para manter a gente vivo e bem. Então quando tem uma pequena queda neste oxigênio é o que leva a um desmaio rápido, você fica um pouquinho mais de tempo, já tem uma lesão mais grave. Então quando a gente está falando desse derrame, a gente está falando também da aterosclerose que são essas lesões nas artérias e aí as artérias são carótida e as artérias vertebrais que levam o sangue lá para o cérebro. Tendo um desenvolvimento de uma placa principalmente nessa bifurcação carotidia, essa placa pode levar a lentamente uma oclusão dessa região ou ela pode criar pequenos fragmentos que vão se soltar e parar lá no cérebro, causando pequenas áreas de isquemia e essas áreas de isquemia vão levar a sintomas diferentes. O acidente vascular cerebral é uma emergência médica, então se você tem a suspeita de um AVC ou de um AIT a minha sugestão é que ligue para 192 e seja atendido o mais rápido possível, porque o tratamento precoce pode reverter uma situação dessa e vai mudar a sua evolução. Então quais são os principais sintomas? Pode ser uma dificuldade na fala, uma dificuldade para caminhar. Uma fraqueza de repente em um lado do corpo, uma dormência na face, nos membros, um desvio de rima, que seria puxar o sorriso para um lado, começar a falar meio confuso. Tudo isso pode sugerir um derrame, se você tiver qualquer um desses sintomas, de novo, procure ajuda médica imediata. A questão é que essas placas nas carótidas ou mesmo nas vertebrais, elas antes de causarem um derrame ou causarem um acidente isquêmico transitório, elas muitas vezes não trazem sintoma nenhum. Você não sente nada, então são pacientes assintomáticos, não dói. Você não consegue sentir a falta de fluxo, isso não tem como acontecer. Elas são de verdade, silenciosas, então essas placas vão crescendo lentamente, até o momento que acontece o primeiro sintoma e aí o primeiro sintoma pode ser de vez, já de cara, um derrame ou um acidente isquêmico transitório e aí o paciente que teve o acidente isquêmico transitório que nada mais é do que um derrame também, mas que regride no mesmo dia. Esse acidente isquêmico transitório acaba sendo o primeiro sintoma, e aí dependendo da situação clínica do paciente, ele vai ter maior ou menor risco de um novo derrame ou um novo acidente isquêmico transitório, então o que vai levar isso? Normalmente são os fatores de piora de uma aterosclerose, então uma idade acima de 60 anos, tabagismo, a hipertensão, diabetes, uma dificuldade na fala. Tudo isso é sinal de que provavelmente vai ter um novo evento. Então é muito importante entender o que é o screening. O screening é o rastreamento, é importante a gente diagnosticar o paciente que tem essa lesão antes dele ter o derrame ou acidente isquêmico transitório. Seria interessante a gente pegar esses pacientes assintomáticos que têm essa formação de placa e tratá-los antes. Agora como fazer isso? Com os métodos de screening. A gente tem exames que são excelentes para isso, por exemplo, o ecodoppler de carótidas. A questão é que não faz sentido a gente sair fazendo em todo mundo, tem que ter um racional por trás disso. Então eu vou colocar aqui embaixo, só você clicar responder as perguntas que você vai saber qual é a sua necessidade de fazer esse rastreamento. Agora sobre o tratamento, se você tem essa placa, é importante saber que o tratamento pode ser diferente do paciente assintomático do paciente sintomático, mas sempre vai envolver o hoje em dia chamado de Maximum Medical Therapy. O tratamento mais próximo do máximo possível para evitar a progressão dessa doença e se possível até regredir um pouquinho. A questão é que o tratamento envolve um outro medicamento que as pessoas adoram comentar e ter uma opinião forte sobre isso que são as estatinas. Então eu já vi vídeo falando “ah, estatina mata, a estatina faz mal,” então deixa eu diferenciar antes uma coisa de outra. Uma coisa é falar sobre o tratamento medicamentoso de uma doença que já existe, a doença está lá. Então quando a gente fala do uso da estatina no tratamento de uma placa aterosclerótica, Eu não estou mais falando de profilaxia da placa, profilaxia da aterosclerose. Eu estou falando da profilaxia de um derrame, estou falando da profilaxia do AVC e do AIT. É outra coisa, é tratamento, não é profilaxia. Tá bom! Agora quando a gente está falando de pessoas bem mais jovens, a questão de quantidade de colesterol no sangue, se vale a pena ao entrar ou não com estatina, o vídeo não é sobre isso. Tá bom, a gente pode discutir se vocês quiserem, só comentar lá embaixo, eu falo sobre o uso. Posso falar sobre o uso da estatina no colesterol, noHDL, LDL, que é também um assunto muito interessante. Mas agora eu estou falando de tratamento, então não é porque você viu em algum lugar que a estatina pode fazer mal de forma genérica, que você não vai usar o tratamento para a doença, são exatamente as estatinas que mudaram a evolução da placa de carótida. Há 25 anos atrás, o que a gente tinha de melhor era a cirurgia, hoje em dia é exatamente o caso do Best Medical Therapy que inclui o uso das estatinas, que a gente reverteu isso e fica discutível se a cirurgia é ou não indicada em determinado caso, exatamente porque o uso da medicação é capaz de evitar essa ocorrência, de uma lesão cerebral. Às vezes, a gente tem que colocar na balança, então o medicamento que pode trazer algum malefício, ele pode trazer tanto benefício por outro lado que vale a pena, então é isso que a gente está conversando aqui. Houve também um avanço enorme nas medicações antiplaquetárias, anticoagulantes que afinam o sangue. “Ah, elas podem trazer algum malefício!” Sim, mas na hora que a doença já está estabelecida, os trabalhos mostram que a evidência está lá, só não enxerga quem não quer. Então, o que esses medicamentos fazem de mudança de evolução é impressionante. Então, a gente tem que usar os medicamentos de forma adequada, mas a gente não pode esquecer dos medicamentos para tratar as doenças coadjuvantes, então tem medicamento pra diabetes, tem que tratar a diabetes, tem medicamento pra pressão, tem que tratar a pressão e mesmo assim eu estou falando só de medicação por aqui, mas não quer dizer que não tem que mudar hábitos de vida. É interessante que às vezes alguém fala “Ah, eu não vou usar determinado medicamento, porque eu acho que esse medicamento faz mal.” Ok! E essa pessoa está lá fumando! Não faz sentido gente, então a gente tem que colocar na balança. Se você não vai colocar a culpa no medicamento de algo que você está fazendo, o seu estilo de vida está completamente errado. Então vou colocar um link aqui embaixo sobre um livro também, sobre o estilo de vida, vale a pena dar uma lida, então o que os trabalhos mais recentes mostram é que para o paciente assintomático, o tratamento otimizado de forma clínica, conservadora, pode chegar muito próximo dos resultados de cirurgia. Então se você faz tudo certinho, você pode evitar entrar na faca. Por que não? Agora quando a gente fala de cirurgia, a gente tem várias técnicas hoje em dia, mas a gente consegue resumir em duas principais, a cirurgia aberta, em que faz o corte no pescoço e a gente retira essa placa através desse corte. E uma cirurgia bem estabelecida, uma cirurgia que mostra uma segurança bem estabelecida em hospitais de ponta e temos a cirurgia endovascular, em que a gente coloca stent para abrir essa artéria. Então a cirurgia endovascular, você pode ver o stent, ele é perfurado, então na hora que a gente abre e coloca na artéria, ele pode fragmentar e embolizar para o cérebro causando pequenas áreas de isquemia. Obviamente, existem métodos para diminuir esse risco, mas tem que entender que essa é uma preocupação nossa. Enquanto na cirurgia aberta a preocupação, porque o cérebro vai ficar um determinado período sem essa oxigenação, esse tempo tem que ser bem cortado e fazendo dessa forma a segurança é assegurada. Agora qual técnica é melhor? Vou operar de técnica aberta, vou operar por uma cirurgia vascular e colocar um stent. Ambas as técnicas têm as suas vantagens e desvantagens, o importante é entender o que está influenciando nisso. Falando de uma forma geral, a cirurgia aberta, ela vai ter um risco um pouco maior de um evento cardiovascular, um possível infarto na cirurgia. E a técnica endovascular com a colocação do stent tem um risco maior de um evento cerebral. Agora veja, a gente está falando ou de um paciente assintomático, então a cirurgia tem que é para evitar ter um evento cerebral. Imagina que a gente faz um procedimento, o paciente não tinha nada e aí tem um derrame ou um AVC. A cirurgia acabou desencadeando exatamente o que ela foi feita para evitar. Então a gente só indica a cirurgia quando o risco de não fazer nada é maior do que o risco da cirurgia. Então tem que colocar na balança isso é muito importante, o cirurgião vascular está lá para te ajudar a tomar essa decisão. Então considerando todos esses fatores, aspectos, lembre que a anatomia pode ser diferente de cada um, então um pode não ser possível colocar um stent, porque não consegue chegar até lá, por exemplo, no outro a cirurgia aberta pode ser bem mais difícil porque a lesão, ela é muito alta. Então a gente tem que levar em consideração tudo isso para dizer o que é melhor para um paciente o que é melhor para o outro e quem vai te ajudar nisso, sem sombra de dúvidas, o cirurgião vascular que tem a competência para realizar também a cirurgia. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, clica no sininho para receber notificação de novos vídeos e até o próximo!

Quais são as outras causas desses sintomas ?

Doenças do coração como as arritmias cardíacas e problemas no sangue como alterações da coagulação também podem causar um AIT. Outras doenças podem se apresentar com sintomas semelhantes como o ataque epilético, a hipoglicemia, a síncope e a enxaqueca. Cada uma com um tratamento especifico e diferente, por isso a necessidade do atendimento urgente por especialista (neurocirurgião ou neurologista).

Este vídeo aborda a importância de reconhecer os sintomas do Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido em inglês como stroke, e agir rapidamente para evitar danos permanentes. O vídeo apresenta dois casos de pessoas que identificam os sintomas do AVC em amigos e agem rapidamente, chamando a ambulância. Os sintomas do AVC incluem fala estranha, incapacidade de levantar o braço e queda da face de um lado. Qualquer pessoa pode sofrer um AVC e os efeitos podem ser devastadores. Portanto, é importante saber como reconhecer os sintomas e chamar ajuda imediatamente para evitar consequências permanentes.

o acidente vascular cerebral ou AVC é um problema de saúde muito sério muitas pessoas conhecem o AVC com trombose ou derrame mas o nome correto desse problema é acidente vascular cerebral ou AVC e em inglês ele é conhecido como stroker pode causar danos permanentes portanto aprenda a reconhecer estes sintomas e esteja sempre pronto para agir rapidamente Sábado de Sol marcas e João e iam jogar futebol notou que seu amigo estava mal eu dizia coisas estranhas ao falar e João começou a pensar será que pode ser um AVC é hora de perguntar diz coisas estranhas a falar o braço não consegue mantê-lo levantado um só sinto meu suficiente chamamos ambulância é urgente ligue por um nove e diga tchau domingo à noite na hora de descansar a Maria sentou-se para mudar o canal como sentiu que o seu braço estava estranho o José foi rápido e sobre o que fazer isso não parece normal será que pode ser um AVC é hora de perguntar diz coisas estranhas a falar o braço não consegue mantê-lo levantado o gosto está caído do lado suficiente caiu algo não está bem será que pode ser você é hora de perguntar a fala que coisas estranhas a falar o prazo não consegue mantê-lo levantado rosto está caído de um lado digerir mulheres qualquer pessoa pode ter um AVC a cada minuto seus efeitos chegavam e Marcelo luz do cérebro começam a morrer chama ambulância urgente para evitar consequências permanente como parar e dizem que a felicidade pelo menos de Paula que seja um acidente vascular

O  ataque isquêmico transitório por definição não causa danos permanentes, mas quem apresentou um AIT tem maior probabilidade de apresentar um Acidente Vascular Cerebral (AVC, derrame): 10% no ano seguinte do AIT e cerca de 5% em cada ano subseqüente. Por isso há necessidade de investigar a causa do AIT, para se  prevenir  de um futuro AVC. O AIT deve ser considerado como um alerta.

Como se faz esse diagnóstico? Quais são os exames que devem ser realizados?

Somente o médico especialista pode identificar os exames necessários para cada caso, mas dentre os exames que podem ser solicitados estão o indolor ecodoppler (ultrassom com doppler / duplex) de carótidas e vertebrais, o eletrocardiograma (ECG), exames laboratoriais de controle de colesterol e glicemia.

Qual o melhor tratamento? Clínico ou cirúrgico?

O tratamento varia de acordo com a causa do AIT identificada pela anamnese, exame clínico e exames subsidiários. Os fumantes obviamente devem parar de fumar. Os hipertensos devem controlar a pressão alta. Os que apresentam glicose ou colesterol alto também devem controlá-los. A dieta saudável é o primeiro passo, mas muitas vezes a associação de medicamentos se faz necessária. A aspirina, com efeito antiagregante plaquetário (muitas vezes dito “afina o sangue”) é um medicamento que reduz cerca de 25% o risco de derrame ou infarto cardíaco, mas só deve ser prescrita por médico competente, pois também possui efeitos colaterais.
O tratamento clínico é fundamental, mesmo quando há necessidade de procedimento cirúrgico.
Quando no ultrassom de carótidas (ecodoppler de carótidas e vertebrais) aparece um estreitamento da artéria carótida, podem ser necessários outros exames complementares tais como  arteriografia  ou angiotomografia para melhor avaliação do caso e planejamento da técnica círurgica a ser escolhida.

Qual a melhor cirurgia?

Para corrigir essa estenose da carótida existem duas técnicas cirúrgicas. A cirurgia convencional chamada de endarterectomia carotídea, na qual o cirurgião retira a placa que está causando a diminuição do fluxo sangüíneo para o cérebro e a angioplastia com stent, cirurgia  endovascular, que consiste na colocação de um de um “anel” dentro da arteria, através de um cateter que vai até o local por dentro dos vasos e por dilatação, permite que o fluxo sangüíneo volte a passar.
A endarterectomia carotídea é a cirurgia tradicional, comprovada com diversos trabalhos científicos multicentricos desde a  década de 90, que é eficaz e, desde então é a cirurgia padrão. É uma cirurgia bem conhecida e amplamente realizada por cirurgiões vasculares.
A angioplastia com stent,  é um procedimento moderno que também apresenta bons resultados, quando bem indicada. Até o momento, só deve ser a primeira opção  no grupo de pacientes de alto risco para cirurgia tradicional.
De um modo geral, a cirurgia de carótida tradicional é mais segura e a angioplastia com stent é muito boa, quando bem indicada

E como eu faço para decidir entre endarterectomia carotídea ou angioplastia com stent de carótida?

Essa é uma decisão médica especializada, com participação do paciente.
Somente o profissional apto a realizar ambos os procedimentos, ou seja, o cirurgião vascular com formação endovascular, pode determinar qual é o procedimento de menor risco em cada caso. Somente o profissional apto a realizar  as duas técnicas conhece o problema por todos ângulos e pode optar pela melhor alternativa
Converse com seu médico, entenda os riscos associados a cada procedimento, e entenda os motivos para a indicação de um ou outro procedimento.
Participe da decisão de maneira consciente, não é o corte externo que deve determinar a escolha do procedimento, entenda a doença.

Cirurgia de carótida: Qual o problema?

Todos os dias muitas pessoas sofrem de derrame ou início de derrame, e essas pessoas estarão sujeitas a um risco muito maior de um segundo episódio, muitas vezes mais grave ou mesmo fatal. Para todas essas pessoas é necessário o tratamento clínico com o controle dos fatores de risco: parar de fumar, tratamento de doença cardíaca, controlar pressão alta, diabetes e colesterol, acrescido de terapia medicamentosa, frequentemente a aspirina (ácido acetil salicilico)
Entretanto, muitas vezes é necessário o tratamento cirúrgico, feito pelo cirurgião vascular, no estreitamento das artérias responsáveis por levar o sangue para o cérebro, são elas as artérias carótida e vertebral. A aterosclerose, que é o endurecimento das artérias, é responsável por esse estreitamento. Importante lembrar que o hemisfério esquerdo do cérebro é responsável por comandar o braço e perna direita, enquanto que o hemisfério direito comanda braço e perna esquerdo. Por isso o médico pode indicar o tratamento do lado contrário de onde aconteceu o derrame, não é um erro, nosso corpo é assim.
Atualmente, o tratamento cirúrgico das carótidas apresenta um risco de AVC (derrame) menor que os pacientes que não operam (a partir de um determinado grau de estenose).

Cirurgia de carótida: Então a cirurgia pode causar derrame?

Uma das complicações mais graves da cirurgia de carótida é o derrame (AVC). É uma complicação temida e portanto existem diversas manobras e técnicas para evitá-la. Apesar disso, ainda há um risco pequeno de derrame, mas esse risco, quando a cirurgia está indicada, é menor do que o risco de não operar.

Cirurgia de carótida: Antes da cirurgia, o que devo fazer?

Então o diagnóstico já está feito e a cirurgia já está indicada. Em primeiro lugar, não fique estressado, calma e tranquilidade são importantes. Uma avaliação clínica do risco cirúrgico deverá ser realizada pelo cardiologista. Alguns exames poderão ser, solicitados, tais como como eletrocardiograma, exames laboratoriais de sangue e raio X de tórax. Nesse meio tempo, aparecerão muitas dúvidas, que poderão ser sanadas com seu médico no retorno.
No dia da cirurgia, o paciente deve estar em  jejum de no mínimo 8 horas, inclusive sem líquidos. Deve levar todos os exames ao hospital (na dúvida leve todos, sempre).

Cirurgia de carótida: Como é a anestesia?

A anestesia para cirurgia de carótida pode ser ou geral, ou local. Ambas possuem vantagens e desvantagens, devendo ser personalizada a escolha para cada caso.
A anestesia local permite uma constante avaliação da função cerebral do paciente durante a cirurgia, podendo mudar táticas caso ocorra isquemia cerebral, porém o paciente deve colaborar com o médico. Não deve haver dor, mas pode sentir incômodo, sendo necessário manter-se numa mesma posição, imóvel, durante toda cirurgia.
A anestesia geral, por outro lado, permite que pacientes muito ansiosos ou não cooperantes sejam operados com segurança. Sob anestesia geral o cérebro requer menor quantidade de oxigênio, mas não há uma vigilância adequada constante. Técnicas como eletroencefalografia, BIC (Bispectral index), medida da pressão da carótida interna não são tão precisas quanto a avaliação do paciente acordado.

Cirurgia de carótida: Como é feita a cirurgia?

Depois da anestesia é feito um corte no pescoço, na altura da carótida, fechando temporariamente a circulação cerebral desse lado e retirando-se essa placa aterosclerotica que está obstruindo a artéria. Existem diversas técnicas para isso, sendo que poucas vezes pode ser necessário um remendo com veia, que seria retirada da veia safena na coxa.
É colocado um dreno na ferida operatória. E a ferida operatória é fechada com pontos cirurgicos e curativo.

Cirurgia de carótida:  E depois da cirurgia?

Ao acordar, o paciente se encontrará com cateter no braço (acesso venoso e arterial), por onde receberá medicamentos e liquidos necessários para sua recuperação. Ficará 24 horas em unidade de terapia intensiva (UTI), principalmente para um monitoramento adequado que não se consegue no quarto. Assim que passa o efeito da anestesia, poderá beber liquidos.
O local da cirurgia não deve ficar dolorido, pois medicamentos analgésicos são suficientes para controlar a dor.
No dia seguinte a alimentação será normal e poderá se levantar da cama. Terá alta da UTI.
Após dois ou três dias, terá alta hospitalar e deverá retornar ao consultório médico em uma semana, quando os pontos serão retirados.

Cirurgia de carótida: Quais são os riscos?

Depois da cirurgia pode ocorrer um pequeno hematoma na ferida, por isso o dreno. Esse hematoma pode precisar de algumas semanas para resolver. Algumas vezes pode ser necessário transfusão de sangue. É provavel que no local da cirurgia ocorra algumas áreas de sensibilidade diminuida por um período de alguns meses, mas que raramente não melhoram. É possível que um lado da boca ou lingua fique torto por um período, mas é muito raro que seja um efeito permanente.
Durante a cirurgia há o risco de um derrame (menor) e um risco menor ainda de óbito. O risco somado de derrame e óbito é inferior a 5%.
A longo prazo o paciente tem um risco muito menor de apresentar derrame maior  se foi submetido a cirurgia.
Recomendamos que converse com o seu médico sobre todos os eventuais riscos antes da cirurgia.

Cirurgia de carótida:  E depois da cirurgia?

O paciente será acompanhado no consultório médico. Pode ser necessário um novo ultrassom de carótidas. Semelhante aquele exame feito antes da cirurgia, para verificar o funcionamento correto das carótidas.

No geral, os bons resultados permanecem por muito tempo. Uma melhora da qualidade de vida e condições gerais de saúde ocorre ao parar de fumar, iniciar atividades físicas e melhorar a alimentação. Assim é possível evitar a progressão da doença. 

No vídeo, o Dr. Marcos Galan Murilo, médico geriatra do Instituto Amato, fala sobre a importância do diagnóstico precoce do acidente vascular cerebral (AVC), que é a segunda causa de morte no mundo. Ele explica que muitas vezes os pacientes procuram um médico geriatra para realizar um check-up e orientações preventivas para doenças cardíacas, mas perdem a oportunidade de aprender a reconhecer e detectar o AVC. O médico apresenta um método mnemônico simples que utiliza a palavra “SAMU” para ajudar a suspeita diagnóstica do AVC: S de sorriso, A de abraço, M de música e U de urgência. Quando esses três sinais estão presentes, há uma alta probabilidade de que o paciente esteja diante de uma isquemia cerebral e deve ser levado prontamente a um serviço especializado em Neurologia. O vídeo enfatiza a importância da suspeita diagnóstica precoce para que o paciente receba o melhor tratamento em tempo hábil e minimizar as sequelas neurológicas.

o Olá eu sou Dr Marcos galan Murilo médico geriatra do Instituto Amato hoje eu vou falar brevemente sobre a segunda causa de morte no mundo que é o acidente vascular cerebral popularmente conhecido como derrame muitas vezes o paciente procura o médico geriatra para realizar o check-up e orientamos as medidas preventivas ensinamos o paciente a reconhecer um infarto do miocárdio causado pela doença coronariana e perdemos a oportunidade de ensiná-lo a detectar o acidente vascular cerebral cujo diagnóstico precoce nos dias atuais faz grande diferença no tratamento mais adequado sabemos que não a ver ser quanto maior o tempo entre o diagnóstico ou suspeita diagnóstico eo tratamento adequado maior a destruição dos neurônios cerebrais e a e o risco de sequelas neurológicas com relação a suspeita diagnóstica do AVC existe um método mnemónico muito simples que utiliza a palavra e em alusão ao serviço de emergência Samu com 4 letras s de sorriso a de abraço e me de música eo de urgência então diante da suspeita de um AVC peça por paciente que esboçaram um sorriso e veja se alguma dificuldade na movimentação da boca depois peça para o paciente te dar um abraço e ver se ele é capaz de elevar os dois membros ou se existe um déficit na elevação de algum dos membros depois ele de música peça para o paciente cantaram uma música ou falar uma palavra e veja se a dificuldade na comunicação quando esses três sinais estão presentes existe uma alta probabilidade se está diante de uma isquemia cerebral E aí venho a última letra U de urgência essa é uma urgência médica e o paciente deve ser levado prontamente um serviço de Neurologia especializado Não perca tempo falando com seu médico de família é o mesmo com seu médico me chame o SAMU ambulância da sua assistência médica E vai um serviço especializado procure saber quais os serviços especializados próximos da sua residências que estão aptos a atender o AVC nesses locais existem equipes compostas por neurologistas radiologistas e neuro radiologistas que farão diagnóstico preciso EA intervenção mais adequada é muito importante a suspeita diagnóstica porque o paciente deve chegar em tempo hábil ao serviço para receber os melhores tratamentos outros sintomas comuns do AVC são desequilíbrio ou tontura perda da sensibilidade dor de cabeça de forte intensidade assim como aqueles que já foram ditos no médico mnemônicos amor é fundamental cada vez mais as pessoas aprenderem identificar precocemente o AVC saber como conduzir essa situação Caso vocês tenham dúvidas deixe aqui embaixo e inscreva-se no nosso canal [Música]

E aí [Música]

Prof. Dr. Alexandre Amato

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