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Dor nas pernas

Se você já sentiu algum tipo de dor nas pernas, sabe como pode ser incômodo e prejudicial para a rotina. A dor nas pernas pode ser causada por uma variedade de fatores, como pequenas lesões musculares, falta de atividade física, cãibras e má circulação. No entanto, em alguns casos, a dor nas pernas pode ser um sinal de uma doença mais grave e requer atenção médica. Neste artigo, você vai descobrir mais sobre as causas da dor nas pernas, quando procurar um médico e maneiras de aliviar essa dor. Fique atento aos sinais e não ignore a dor nas pernas, ela pode ser uma chamada de alerta para cuidados mais profundos.

Sumário

A dor nas pernas pode ser ou não causada por doenças.

Além disso, em alguns casos é necessário procurar um médico o mais rápido possível.

Portanto, se você está com dor nas pernas ou conhece alguém que está passando por isso, esse post pode ser útil.

Confira abaixo mais informações sobre dor nas pernas e quando é o caso de procurar um médico.

Dor nas pernas.

Sentir dor nas pernas é algo muito comum, principalmente quando envelhecemos.

Essa dor pode ser leve, moderada ou intensa.

Além disso, pode passar rapidamente, demorar mais para passar e até ser uma dor que vai e volta.

Geralmente, a dor nas pernas é causada por ficar longos períodos em pé, além de pequenas lesões musculares da prática de exercícios intensos.

Além disso, pode ser causada também pela falta de atividades físicas, por câimbras e má circulação.

O que na maioria das vezes não chega a ser preocupante.

 

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O vídeo traz Marcelo Amato, neurocirurgião, e o Dr. Salvador Amato, cirurgião vascular, que conversam sobre o tema da dor nas pernas. Eles explicam que a dor nas pernas é comum em seus consultórios e que muitas vezes eles precisam encaminhar pacientes um para o outro, dependendo da origem da dor. Eles destacam a importância de identificar o território da dor, que pode ser venoso, arterial ou linfático, para saber a origem da dor e encaminhar o paciente ao especialista adequado. A dor venosa costuma aparecer no final da tarde, enquanto a arterial é caracterizada por claudicação intermitente. A dor linfática pode causar peso na perna e inchaço. Eles também mencionam a importância de levar em consideração a presença de inchaço e cor das pernas para avaliar a condição do paciente.

Olá pessoal, eu sou o Marcelo Amato, neurocirurgião do Instituto Amato, e hoje eu estou aqui com o doutor Salvador Amato, meu pai, cirurgião vascular. Eu estou aqui para conversar de um tema muito interessante que é dor nas pernas. É legal porque é um assunto muito presente no consultório do neurocirurgião e também no consultório do cirurgião vascular, não é?

Pois é, Marcelo, a maior parte dos meus pacientes apresentam uma queixa de dor nas pernas, e é 60% dos casos, mais ou menos. É impressionante e nós temos realmente muitos pacientes comum. Às vezes, esses pacientes vêm no meu consultório e eu preciso encaminhar para ele e vice-versa. O que poderia talvez ajudar um pouco mais o paciente que tem dor nas pernas a entender que é um problema vascular e não neurológico, que outros sintomas podem vir associado à dor nas pernas que faz o paciente procurar o cirurgião vascular?

Eu acho bastante complicado para o paciente, muito embora a gente tenha a pesquisa da internet, ele chegar à conclusão que é da área da cirurgia vascular, ou é da área da neurocirurgia, ou é da área da ortopedia. Basicamente isso! Lógico que há alguns pacientes também consultam a ginecologia e a clínica médica que nos ajuda também bastante a elucidar os problemas dos pacientes.

A principal coisa que nós devemos diferenciar é em que território da dor ela acontece. No caso da cirurgia vascular, nós temos o território venoso, temos o território arterial, que temos o território linfático. Então, o território venoso é aquele que é o sangue que volta para o coração, território arterial é o sangue que irriga as extremidades e todos os órgãos, e o território linfático, que ajuda a trazer os catabolismos, ou seja, os excrementos das células de volta para circulação e posteriormente filtrados no rim.

No caso do lado venoso, o paciente se queixa de uma dor, e uma dor que principalmente ela acontece no período vespertino, ou seja, no final da tarde. Então durante a manhã, o paciente não tem dor, e vai acontecendo o período, vai ficando muito tempo em pé ou inativo, e essa dor aparece no final da tarde.

Então, o lado arterial a dor, ela tem uma característica importante, é aquilo que nós chamamos de claudicação intermitente e o paciente que ao andar, eles sente dor. Ele para e volta a andar, uma outra variante é o paciente ao andar dói a panturrilha, batata da perna, ele para pra descansar, massagear a batata da perna e volta a andar. E uma terceira modalidade, ele anda dói a batata da perna e ele para, massageia e ele não consegue mais andar. É claro que eu estou colocando só um grupo muscular. Isso pode acontecer a partir dos glúteos. Nos casos dos membros inferiores, no terceiro, que é o lado linfático, ele já sente um peso na perna no final do dia. Mas ele acontece também no período matutino, então vai piorando ao longo do dia e isso é decorrente de distúrbios de gordura. E também decorrentes de processos inflamatórios consecutivos dos membros inferiores.

E o inchaço nas pernas? Ele acontece nessas doenças, seja venosa, seja arterial ou linfática. Como é que a presença do inchaço e também da coloração das pernas?

Com relação ao inchaço das pernas, quando do lado venoso que ocorre a dor, um peso nas pernas, um ardor. Esse inchaço também é no período vespertino, às vezes até a meia a curta e o pequeno elástico que ela tem, ela marca as pernas. O que a gente não vê é esse inchaço que a gente chama de Sinal de Godet e essa classificação pode ser uma cruz, duas cruzes, até quatro cruzes, e uma avaliação do médico.

E com relação ao inchaço da área linfática, nós temos um edema já duro, que não regride. Faltou da área arterial. Nós não temos o inchaço quando estamos no território arterial.

Então, com relação à coloração o que você perguntou. Agora voltando ao lado arterial, muitas vezes ele é pálido ou e quando ele está, o pé está pendente, ou seja, quando a pessoa está sentada ou na beira da cama o pé fica arroxeado. No território linfático, nós temos um edema duro, não perecível e a coloração da pele ela é esbranquiçada, ou seja, ela é pálida. Do lado venoso, nós temos o edema, ou seja, o inchaço. Ele é depressível e a perna e os pés têm uma coloração arroxeada.

Tem uma particularidade do território venoso, que a pele a partir do pé da metade da perna e pés. Eles começam a uma pigmentação dessa pele que a gente chama de dermatite ocre. Já é um grau aumentado de uma estase venosa, ou seja, já é um grau mais elevado de uma insuficiência venosa, ou seja, desse fato a gente pode classificar as varizes dos membros inferiores.

Vejam que interessante, a gente tem dentro das doenças vasculares que causam dor nas pernas. Então problemas venosos, os problemas arteriais e problemas dos vasos linfáticos. Então, na parte neurológica digamos assim, em geral, a gente tem um problema do nervo. O nervo, ele pode tá acometido em diferentes segmentos, mas o mais comum, realmente quando a gente tem uma dor na perna, é que esse problema esteja vindo da coluna. É uma compressão da raiz nervosa que é a origem do nervo lá na coluna, ela pode trazer dor, pode trazer perda de sensibilidade e perda de força e na perda de sensibilidade, um dos sintomas mais frequentes é o formigamento, dormência, mas às vezes formigamento.

E eu sei também que o formigamento é um dos sintomas que aparece nas doenças vasculares, possivelmente mais na zona de origem venosa. É isso mesmo. E como é que é esse formigamento do problema venoso?

Se nós formos considerar que 40% das mulheres com 40 anos de idade têm uma sobrecarga venosa, 50% das mulheres com 50 anos têm sobrecarga venosa e isso vai com o passar dos anos aumentando, então muitas vezes isso que você falou está imbricado com uma doença venosa, então a pessoa aparece com um processo venoso de evolução de uma insuficiência venosa e está ligado também ao lado neurológico.

Então às vezes eles se queixam de uma dor na face lateral da coxa. Às vezes um formigamento na face lateral da perna e veja, eu falei a dor, falei formigamento, falei peso dor, é muito subjetivo, cada um descreve de uma maneira diferente. Então o que é interessante também, nós avaliarmos do ponto de vista neurológico se esses processos estão imbricados. Então eu não costumo, embora raramente, fazer exames complementares do lado neurológico. Eu prefiro fazer um encaminhamento com a descrição dos sintomas que o paciente refere e aquilo que eu observei clinicamente.

E não tenho dúvida que os pacientes quando vêm do Dr. Salvador, vêm muito bem encaminhados. Eu fico tranquilo totalmente com a parte vascular, apesar de realmente existir situações que as doenças elas estão tão juntas e como a gente falou em alguns vídeos, é muito comum o paciente com dor, seja por conta da coluna ou outro quadro de dor que impeça de movimentar ou de ter uma vida mais ativa. O paciente acaba ficando mais imóvel, se mexendo menos e isso leva a uma estase dos membros inferiores, um inchaço e muitas vezes esses pacientes têm também, associado um problema vascular, não é um problema venoso.

Agora uma coisa que eu queria salientar também, é que a alteração sensitiva quando é um problema da coluna ou um problema do nervo, geralmente ela respeita o território do nervo acometido. Então se a gente tem, por exemplo, uma dormência ou formigamento que vem pela perna, pega o dorso do pé e o dedão. Isso é característico de uma raiz nervosa que sai da coluna. É muito difícil um problema vascular, ele dar esse padrão de acometimento sensitivo. Então nas doenças vasculares, a sensibilidade fica acometido de uma forma mais global, talvez mais uniforme, cometendo muitas vezes os dois membros. Não é isso?!

Bom, é como você comentou dos exames complementares. Que exame complementar pode auxiliar no diagnóstico das doenças vasculares? Bom, hoje em dia o mais moderno é a ultrassonografia com efeito Doppler e que nos dá exatamente a o grau de insuficiência válvula, por isso a insuficiência válvula, que leva a uma insuficiência venosa. Porque eu não expliquei anteriormente, mas as veias são providas de válvulas. Nós temos dois sistemas venosos, o superficial e o profundo, varizes e no sistema superficial, então 85% do sangue para retorno no coração ele vem pelo sistema profundo e 15% pelo sistema superficial. E esse exame complementar a ele avalia exatamente o sistema profundo e o sistema superficial.

O Dr. Salvador comentou também aqui da claudicação vascular que é um quadro clínico bem característico do paciente que tem um problema arterial nos membros inferiores e que ele precisa parar depois de um tempo por muita dor na panturrilha, não consegue caminhar. E é interessante a gente diferenciar isso da claudicação neurogênica dos membros inferiores e é uma situação que muitas vezes confunde, mas tem alguns detalhes que podem nos ajudam a diferenciar, por exemplo, muito interessante na claudicação neurogênica dos membros inferiores, o paciente que tem uma estenose de canal, ou seja, os nervos, eles estão apertados ali na coluna. Geralmente acontece no idoso com um bico de papagaio, hérnia de disco, doenças que causam esse estreitamento da coluna lombar, principalmente depois de um tempo andando. Os membros inferiores começam a ficar cansados e o paciente também precisa parar para descansar, para poder sentir os membros novamente, continuar andando.

E é interessante que o paciente que tenha a doença na coluna com um simples movimento de refletir a coluna para frente esses sintomas aliviam. Então o paciente começa a perceber isso e ele começa a andar curvado ou muitas vezes o paciente nos diz que ele não tem esses sintomas para andar, mas para andar de bicicleta não, e o paciente começa a andar de bicicleta, vai pra todo lugar de bicicleta, porque na bicicleta, ele está com a coluna lombar curvada, é um movimento que abre o canal vertebral e deixa os nervos mais soltos, digamos assim. E os sintomas eles melhoram. Diferente da claudicação vascular arterial dos membros inferiores, que é esse tipo de manobra não funciona, não é mesmo?

E usando o paralelismo do lado da coluna, nós temos a aorta que é o grande vaso do corpo humano e se nós tivermos uma estenose do seu diâmetro, o paciente vai ter uma claudicação a nível de glúteo que é um paralelismo com aquela indicação neurológica, então ele ao andar ele apresenta uma dor no glúteo ou em ambos ou unilateralmente. Então a gente consegue ver em que território a doença está, se é no território arterial ou se é no território neurológico. E o exame complementar, é também, o ultrassom com efeito Doppler a nível de aorta terminal e membros inferiores.

Realmente é muito difícil para o paciente por conta própria diferenciar essas situações. Dr. Salvador comentou no começo, não deveria ser função do paciente isso. Em alguns países é o clínico geral. Ele tem um papel muito importante nessa fase para direcionar o paciente para o especialista correto. Mas a gente sabe do interesse da nossa população e da vontade do paciente entender melhor o que está acontecendo e eu espero que vocês tenham gostado do vídeo de hoje. Espero que tenha ficado um pouco mais claro essa situação e então não deixe de se inscrever no nosso canal! Dar um like no nosso vídeo e deixe seu comentário também com uma sugestão de um próximo vídeo para que a gente converse com outros especialistas. Obrigado Dr. Salvador e até o próximo! Obrigado Marcelo! Até a próxima!

Quando procurar um médico.

Apesar de ser comum sentir dor nas pernas e na maioria das vezes não ser um caso para se preocupar, é crucial ficar atento aos sinais.

Já que, em alguns casos pode sim, ser necessário procurar um médico.

Alguns exemplos de quando procurar um médico ao sentir dor nas pernas são:

Em caso de febre.

Se a dor nas pernas for acompanhada de febre, recomendamos procurar um médico.

Já que a dor com a febre pode ser um sinal para alguma doença, mais frequentemente alguma infecção.

Se tiver com a perna vermelhada e inchada.

Em caso de pernas doloridas com vermelhidão e inchaço no local é essencial procurar um médico.

Já que inchaço e dor nas pernas pode ser um alerta para trombose.

Piora da dor.

Não importa o que você faça, a dor só faz piorar?

Então esse é um sinal de que você deve procurar um médico o mais rápido possível.

A perna estiver preta ou azul.

Nesse caso pode significar que um coágulo está bloqueando a passagem de sangue.

Portanto, não espere em casa, procure um médico antes que seja tarde demais.

 

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular, fala sobre a pior causa de má circulação que existe, a obstrução arterial aguda. Ele afirma que essa obstrução pode afetar qualquer artéria do corpo e pode causar infarto, derrame cerebral ou uma área muscular que não recebe sangue. A obstrução arterial aguda é causada por trombose ou embolia. A trombose ocorre devido à doença na parede arterial causada por deposição de placa de cálcio. Já a embolia ocorre quando um coágulo se desprende de algum lugar do corpo e entope uma artéria distante. Pacientes com trombose são geralmente mais velhos e já têm sintomas relacionados à circulação sanguínea, enquanto pacientes com embolia são geralmente mais jovens e podem ter outras doenças, como fibrilação atrial, que causam a formação de coágulos. O vídeo aborda como evitar, tratar e lidar com a má circulação causada pela obstrução arterial aguda.

Olá, sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar a pior causa de má circulação que existe, que é a obstrução aguda. Ela pode ocorrer tanto em jovens quanto idosos; em jovens, é mais frequente por embolia, em idosos mais por trombose.

Mas, o que é a oclusão arterial aguda? É o infarto. Assim como a gente tem infarto do coração, como tem o derrame cerebral, a gente pode ter a oclusão arterial aguda em qualquer artéria do corpo. Então a gente pode ter uma área muscular que não recebe sangue, a gente pode ter uma perna inteira que não recebe sangue, e isso é exatamente a mesma doença, só que com os sinais e sintomas diferentes.

Então, quando isso acontece no cérebro, a gente pode ter uma área que fica isquêmica e vai levar a vários sintomas neurológicos; quando a gente tem uma área isquêmica no coração, a gente vai ter um infarto, vai ter uma parada cardíaca. Mas quando tem essa oclusão numa perna, o que acontece? O que a gente tem que fazer? E o que a gente pode fazer para evitar? É isso que a gente vai falar nesse vídeo: como evitar, tratar e o que fazer na pior má circulação que pode acontecer!

Então, as duas principais causas de obstrução arterial aguda são trombose e embolia. A trombose ocorre por causa de uma doença na parede arterial. Essa doença ocorre lenta e progressivamente durante a vida, com essa deposição de placa de cálcio, aterosclerose; em algum momento, essa placa pode romper, expondo seu conteúdo e causando uma trombose local, como se fosse uma rolha. Então, é uma pessoa que tinha uma doença que ia evoluindo lentamente e que, até o momento, ela vai lá e obstrui; essa obstrução ocorre de forma aguda, piorando o que ela já sentia antes.

A embolia não. A embolia não é necessariamente uma doença naquele local. A embolia ocorre quando se forma um coágulo e esse coágulo se desprende e vai entupir uma artéria distante. Então, essa embolia, normalmente a fonte é cardiogênica, ou seja, ela vem do coração. Tem um coágulo sendo formado lá, ele desprende, sai e vai entupir alguma artéria. Se ele saiu do coração, ele pode entupir uma artéria cerebral, ele pode entupir uma artéria do pulmão, uma artéria da perna, pode entupir qualquer artéria.

O paciente que tem uma trombose e já tenha essa doença na parede arterial normalmente são pacientes mais idosos, têm mais idade e eles já têm sintomas como claudicação, já têm uma dificuldade para caminhar; então, são pessoas que fumam, têm vários fatores de risco cardiovasculares, pode ter diabetes, pode ter várias doenças que levam à formação dessa placa. Então, eles já trazem sintomas, em algum momento têm uma piora súbita, uma piora abrupta.

E na embolia, não. Na embolia, são pacientes mais jovens, são pacientes que não necessariamente tinham essas outras doenças que levam à aterosclerose, mas pode ter, por exemplo, uma fibrilação atrial que é uma doença no coração, que causa a formação desses trombos que podem virar êmbolos.

Agora, como diagnosticar? O que você precisa saber de uma doença arterial obstrutiva aguda para evitar um problema maior? Então, você tem que primeiro saber reconhecer, por quê? Porque na hora que entupiu o sangue, na hora que não está chegando o sangue arterial com o oxigênio no tecido, esse tecido vai morrer, o músculo vai morrer, a artéria vai morrer, nervo vai morrer.

Então a gente tem que reconhecer rápido e é rápido mesmo, pessoal. Você tem uma janela de seis horas para fazer o diagnóstico, para ir no hospital e para fazer a cirurgia. Então, como cirurgião vascular, eu já peguei muito paciente que chegava no pronto socorro com cinco horas de evolução da doença, ou com seis horas de evolução da doença, ou seja, já perdeu aquela janela, onde o tratamento ia ser mais eficaz.

Então, como que a gente vai reconhecer? Tem até uma regra mnemônica, é a regra dos seis pês. Quais são os seis pês da isquemia arterial aguda? O primeiro pé é o principal: é de dor! Mas como não tem não tem P na dor! Mas dor não tem P, de onde você tirou isso? É por causa de Pein, dor, Pein; então, veio do inglês essa regra mnemônima e a regra ajuda a gente, vamos, vamos usá-la.

O segundo P é de palidez, então fica pálido. Aquela área fica toda branca, é mais frequente o branco, pode ficar roxo também, se anote, mas o mais frequente é essa palidez. A outra é a ausência de pulso, óbvio, se tem uma rolha entupindo o encanamento, não vai chegar a sangue depois, então não vai ter pulso, se você palpar pulso nessa região que está com a dor, não vai não vai conseguir sentir.

A outra é a paralisia, então, mas aí a paralisia ela vai vir mais tardiamente, então se chegou a paralisia, já tem dano de nervo, já é uma situação mais grave ainda, já quer dizer que demorou demais para ir para o hospital. E a parestesia, que são as alterações das sensações, então você pode ter formigamento, pode ter uma diminuição de sensibilidade, parestesia é tudo o que está relacionado com a sensação, pode ser a sensação tátil, uma sensação estranha e a Poiquilotermia.

Poiquilotermia? Poiquilotermia, pois é, a Poiquilotermia também para ajudar na regra mnemônica, Poiquilotermia é o nome bonitinho para falar a diminuição da temperatura, então a área fica fria. Então você compara com o outro lado, essa área vai estar gelada e isso quer dizer que não está chegando o sangue oxigenado nessa região.

Então é uma emergência vascular, você tem que ir para o hospital, tem que ser tratado, tem que ser tratado rápido. O tratamento pode não ser igual para todo mundo, porque vai depender se é uma trombose, muitas vezes uma trombose precisa de uma cirurgia não só para tirar o trombo, mas também para corrigir o dano na parede vascular. Se for uma embolia, pode ser só uma embolectomia, em que a gente faz um corte na artéria, entra com um cateter e tira esse êmbolo e tenta descobrir a causa. A gente tem que obviamente tratar a causa, o que levou a embolia? Foi uma fibrilação atrial? Foi o uso de droga ilícita? A gente tem que rastrear a origem do problema também para evitar que aconteça novamente.

Agora, se você já tem os fatores de risco e fuma, tem que parar de fumar, né?! Esse é uma causa super frequente disso e tratar as doenças associadas como diabetes, com uma pressão alta e tudo mais que o seu cirurgião vascular indicar.

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Em caso de pernas frias e pálidas.

Se as suas pernas estão frias e pálidas você pode estar sofrendo de uma insuficiência arterial.

Nesse caso, somente um médico pode te orientar sobre o melhor tratamento e como aliviar a dor.

A dor piora ao caminhar e se exercitar.

Se a dor piora ao caminhar e se exercitar, mas melhora ao descansar, pode ser necessário procurar um médico.

Sobretudo se a dor não for aquela dor que normalmente sentimos ao praticar exercícios físicos intensos.

Não consegue andar.

Se você está com dificuldade de andar ou não consegue colocar peso nas pernas devido a uma dor intensa, então é motivo para procurar ajuda de um médico.

Dormência ou queimação.

Em alguns casos, problemas neurológicos podem causar dor nas pernas, dormência, formigamento e queimação.

Nesse caso é necessário procurar um médico neurocirurgião para investigar as causas das dores e o melhor tratamento para você.

 

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre formigamento nas pernas. Formigamento nas pernas geralmente é sentido como uma má circulação e é comum que os pacientes procuram um cirurgião vascular para tratamento ou diagnóstico. Formigamento pode ser causado por algumas causas vasculares, mas é mais frequentemente causado por questões arteriais, como obstrução da circulação arterial. Outra causa frequente é o pé diabético, devido ao dano da microcirculação e à morte do nervo. No entanto, na maioria das vezes, o formigamento ocorre por uma causa neurológica, como compressão do nervo em algum ponto. Essa compressão pode ser causada por hérnias de disco, compressão do nervo ciático e outras doenças. Além disso, o formigamento também pode ser causado por meralgia parestésica e posicionamento. O paciente deve procurar seu cirurgião vascular, mas em alguns casos pode ser necessário um neurocirurgião ou neurologista para o diagnóstico.

O Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala hoje sobre o formigamento nas pernas. Formigamento nas pernas, inicialmente, é uma sensação que parece como uma má circulação. Então, é muito frequente o paciente buscar o cirurgião vascular para tratamento ou diagnóstico do formigamento. O formigamento realmente pode ocorrer por algumas causas vasculares, mas raramente por causas venosas, como varizes, insuficiência venosa ou trombose. Porém, mais frequentemente, dentro das causas vasculares, ocorre por queixas arteriais. Então, quando há uma obstrução da circulação arterial, pode ocorrer o sofrimento das artérias, dos nervos, causando um formigamento.

Outra causa frequente vascular, mas aí é associada com a endócrinológica, é o pé diabético. No pé diabético, há um dano da microcirculação da circulação pequenininha das pernas, onde ocorre a morte do nervo e é essa a morte do nervo acaba causando uma parestesia, uma neuropatia diabética associada ao pé diabético, que pode trazer formigamento. Mas, na grande maioria das vezes, o formigamento ocorre por uma causa neurológica, por uma compressão do nervo em algum ponto. Esse nervo pode sair da pontinha do dedo do pé até chegar no cérebro. Se tiver alguma compressão em algum ponto desse trajeto, a sensação pode ser de parestesia ou de formigamento. Pode parecer uma obstrução, uma má circulação, mas na verdade é uma compressão nervosa.

Então, nos braços, nas mãos, lembra-se bem do túnel do carpo, que causa o formigamento das mãos, mas na perna também pode acontecer isso. Desde uma hérnia de disco, uma compressão do nervo em algum ponto do trajeto do nervo ciático, como também outras doenças existem outras doenças que podem causar o formigamento. Então, não tem problema buscar o cirurgião vascular para fazer o diagnóstico de um formigamento. A gente está aqui para ajudar nisso, mas muitas vezes vai acabar sendo encaminhado para o neurocirurgião.

Outra causa frequente é a meralgia parestésica. Veja nosso vídeo sobre meralgia parestésica, que é excelente e explica uma das causas frequentes de formigamento nas pernas. E outro que é muito comum é o posicionamento. Às vezes, a gente fica em determinadas posições contorcido ou comprimindo o nervo, o que pode ser superficial, causando esse formigamento à distância. O que não é uma doença, é mais uma questão de posicionamento. Então, busque sempre seu cirurgião vascular. Em alguns casos, vai ser necessário um neurocirurgião ou um neurologista. Ele vai ajudar no diagnóstico.

Como aliviar a dor nas pernas?

A depender da causa da dor, é possível aliviar a dor nas pernas em casa.

Algumas formas são:
Aplique uma bolsa de gelo.

Aplicar uma bolsa de gelo nas pernas ajuda a aliviar a dor aguda e reduzir o inchado no local. Atua, principalmente, como analgésico e anestésico local.

A bolsa de gelo pode ser aplicada até 3 vezes por dia por mais ou menos 10 a 20 minutos.

No vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre o uso da compressa fria e do gelo. Ele destaca que o frio é principalmente usado em traumas agudos, como pancadas e hematomas, pois causa vasoconstrição, o que diminui o sangramento e o inchaço local. Além disso, o frio também pode ser usado como anestésico para dor, diminuir temperatura em casos de febre muito alta, e como crioanestésia. No entanto, é importante lembrar que a compressa fria nunca deve ser aplicada em extremidades, como dedos e pontas de nariz e orelha, pois essas áreas não suportam a vasoconstrição e podem entrar em isquemia. É preciso seguir as recomendações de um médico para evitar problemas graves.

Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato. Hoje, vou dar sequência a um outro vídeo que fiz lá atrás, que é bem interessante: o uso da compressa morna. Hoje, vou falar o contrário: vou falar sobre o uso da compressa fria e do gelo. Quando que a gente usa? Como que se deve fazer?

Então, o uso é diferente do da compressa morna. Com pressa com gelada, compressa com gelo, a gente tem que levar em consideração outras coisas. Então, vamos lá!

Quando que a gente deve usar a compressa fria, o gelo? Principalmente para traumas agudos, pancadas, batidas, hematomas. A ideia é a seguinte: o frio causa uma vasoconstrição, os vasos diminuem o seu calibre. Então, numa pancada, se houver um trauma com vazamento, um sangramento que formaria um hematoma, a vasoconstrição diminui esse sangramento. Então, se você faz essa compressa gelada logo em seguida do trauma, você pode diminuir o tamanho desse hematoma que aconteceria. Além disso, diminui o extravasamento de líquido, consequentemente diminuindo o inchaço, o edema local.

Então, o frio é muito útil para esses traumas agudos, incluindo aí, além das batidas e pancadas, também torções, tendinites, dor no dente. Veja, quando o dentista faz algum procedimento e depois sugere o uso do sorvete, ou quando está com uma dor de garganta, após uma cirurgia na região da garganta, que acabam sugerindo o uso do sorvete. Por quê? Porque um dos efeitos do frio é a anestesia, a sensação da dor. Tanto que a gente pode usar como uma crioanestesia.

Uma das possibilidades é pegar a compressa para quem sente muita dor numa injeção, por exemplo, fazer um frio local, colocar um pouquinho de gelo lá naquele local, causa uma anestesia naquela região e depois consegue fazer a aplicação. Então, essa é uma das técnicas, por exemplo, que eu uso nos meus filhos quando eu preciso fazer alguma injeção, por exemplo. Fica uma anestesia naquele local, eles acabam não sentindo. Pergunte assim: “Não é óbvio? Alguma coisa vai sentir”.

Então, o frio pode ser usado como crioanestesia, ele vai causar essa analgesia, vai causar essa vasoconstrição, tudo isso diminuindo o tamanho de um hematoma e diminuindo o inchaço local. Um dos outros usos é para diminuir a temperatura numa febre muito alta, por exemplo. Veja, quando tiver com febre, converse com seu médico, pois tem que entender a origem da febre e tratar a causa da doença. Mas a febre é um sintoma que pode vir a ser bem lesivo se não for controlado. Quando há uma febre muito alta, a gente pode entrar em convulsão e ter outros problemas. Então, às vezes, a gente precisa baixar a temperatura muito rapidamente, e uma das maneiras é usar compressa fria. Compressa fria na testa ou na região do abdômen ajuda bastante a diminuir essa temperatura corporal.

Agora, como fazer essa compressa fria? Então, a primeira regra que eu vou falar: nunca, nunca faça compressa fria em extremidades, dedos, por exemplo, ponta de nariz, ponta de orelha. Às vezes, essas extremidades não suportam a vasoconstrição e podem entrar em isquemia. Então, de compressa fria, a gente pode falar de articulações, de músculo, de áreas maiores, mas nunca, nunca, nessas extremidades. Tome muito cuidado com isso!

Então, existem algumas maneiras de se fazer a compressa fria. As mais tradicionais são pegar um monte de gelo, colocar esse gelo num saco plástico e colocar esse saco plástico protegido por um tecido, que pode ser uma toalha, uma camiseta, em cima dessa região a ser tratada. A maneira de fazer isso, colocar o tecido, é para evitar queimadura na pele. Lembrando que o frio também causa queimadura, a queimadura do frio é o frostbite. Então, eles são lesões graves, então a gente tem que proteger a pele, sempre colocar uma toalha, colocar uma camiseta, um tecido mais fino para o frio conseguir passar, e a gente proteger essa região.

Como a gente está falando de um trauma, muitas vezes a gente não está preparado para isso. Então, uma dica que pode ser usada é usar um saco de vegetais congelados, por exemplo, um saco de ervilhas congeladas. É excelente porque ele se adapta à região que você está tratando e já está na temperatura adequada. Mas existem as maneiras mais ideais de fazer a compressa fria.

Então, como que a gente faz? Pode ser com esses sacos de gel. A vantagem do saco de gel, que coloca-se no congelador, é que ele se adapta à anatomia do local a ser tratado, se for curvo, se for reto, ele vai conseguir pegar toda a superfície dessa região. Então, o gel é fácil, é barato, está disponível amplamente. Se não tiver, pode usar essas alternativas.

Outra possibilidade são as bolsas de compressa morna. Também é possível fazer compressa fria com ela. A diferença é que, em vez de colocar água quente, vai colocar gelo. Mas colocar só o gelo não vai adiantar, tem que colocar água junto para que a superfície do gelo encoste na superfície, na parte interna dessa bolsa, e consiga assim passar a temperatura. Sem isso, você pode colocar o gelo e fora, a temperatura vai levar muito tempo para esfriar. Tem uma bolsa, também está amplamente disponível e é fácil de utilizar.

No final, o que tem que ser feito são aplicações de 15 a 20 minutos no local traumatizado, entre três a quatro vezes por dia. Você pode fazer até 48 horas depois do evento traumático, mas é óbvio que quanto mais cedo, melhor. Obviamente, siga as orientações do seu médico para o seu problema específico.

Veja, não esqueça de ver o nosso vídeo sobre a compressa morna, que é um contraponto com essa informação aqui, muito útil e muito informativo. Clique ali embaixo, inscreva-se no nosso canal, aproveite e clique no sininho também para receber as notificações. Dicas excelentes de saúde e até a próxima!

Aplique compressas mornas.

Aplicar compressa morna diminui a inflamação local, o que pode diminuir a dor.

 

Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, fala sobre uma forma natural e simples de combater a inflamação: a compressa morna. Ele explica que a compressa morna é um dos melhores anti-inflamatórios naturais e pode ser usada como coadjuvante no tratamento de várias doenças. Ele ensina como fazer uma compressa morna usando uma toalha úmida com água quente ou uma bolsa térmica vendida em farmácias. É importante lembrar que a água não deve ser muito quente para evitar queimaduras e que o tempo de exposição à compressa é mais importante do que a temperatura.

Olá, sou Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre um assunto bem simples e importante. As pessoas não dão o devido valor a isso. É um dos melhores anti-inflamatórios naturais que existem. O pessoal fica buscando alternativas fora medicamento, fora qualquer procedimento médico, e esquece de uma coisa bem simples sei que funciona que é o calor local: a famosa compressa morna tem um efeito anti-inflamatório muito bom. A compressa fria serve como analgésico e a compressa morna serve como anti-inflamatório. Então ela pode ser usada em várias situações críticas em que possa haver dor e como coadjuvante no tratamento de várias doenças.

Então, em áreas em que haja uma certa inflamação, ela pode ajudar a controlar essa inflamação, principalmente porque não há limite de uso. A gente sugere entre quatro ou cinco vezes ao dia, mas diferente de algum medicamento que possa ter uma dose limite segura, o uso da compressa morna não tem esse problema, então pode ser feito quantas vezes necessárias.

Então vamos lá! Vou ensinar como fazer uma compressa morna de uma maneira bem feita. Hoje em dia, o método mais antigo mais usual é que todo mundo tem à disposição é usar uma toalha. A gente usa essa toalha, vai umedecer ela na água na água quente. Pode ser numa torneira, por exemplo, depois que ela estiver bem molhada com água quente, a gente vai torcer essa toalha, deixando ela úmida e pronto. Ela já pode ser usada no local em que você deseja fazer o tratamento.

Então essa uma toalha é uma maneira bem simples de fazer. Cuidado com a temperatura da água. Água não pode ser muito quente, senão não pode causar queimaduras! Então não é para colocar na água fervendo de jeito nenhum. Muitas vezes a água da torneira já é o suficiente. Então liga água quente um pouquinho da água fria, coloca lá, deixa ela bem molhada, torce e coloquem em cima da região e deixa até ela esfriar. Pode fazer de novo. Pode repetir quantas vezes é necessário. Mas não tem a necessidade de colocar água fervendo, ou água quente demais. Não é a temperatura alta que vai tratar. É o tempo de exposição. Então quanto mais tempo ficar com calor local é muito melhor do que um pouco tempo com uma temperatura muito grande. OK?

Então essa toalha todo mundo tem à disposição, não tem desculpa para não usar esse método anti-inflamatório natural. Outro método é esse aqui! São as bolsas térmicas, elas são vendidas em farmácia, são relativamente baratas entre 10 e 20 reais. Elas possuem um gel aqui dentro e ela foi feita para colocar em alguma articulação, alguma região para ser tratada e ela se adequa à anatomia de forma que a temperatura é distribuída homogeneamente.

Então como fazer? O aquecimento desse gel. Ele pode ser no fogão, então colocando numa panela com uma água até ferver. Desliga esse fogão, deixa a água abaixar. Coloca essa bolsa térmica por cerca de 4-5 minutos depois retira. Vê se não está quente demais. Tomar muito cuidado para não se queimar ou colocando num recipiente próprio para micro-ondas: água, colocando 3 minutos e essa bolsa dentro dessa dessa água ela vai esquentar. Pode ser utilizada. Essas bolsas foram feitas para ser usadas tanto quanto com frio quanto com o calor. Então elas podem ser guardadas na geladeira, no freezer para ser utilizadas para temperatura baixa. Mas aí seria para analgesia e não para anti inflamação.

Então essas bolsas são bem práticas, baratas, que podem ser utilizadas, reutilizadas e tem essa outra também que é bem famosa. Acho que todo mundo já deve ter visto uma dessas. Talvez não saiba utilizar, ou já utilizou. Então essas bolsas. Elas vêm com essa tampa. Tampa de rosca e aqui dentro é como se fosse um funil. É um funil porque você vai ter que colocar água quente aqui dentro. Ela não foi feita para ser esquentada direta no fogão ou direto no microondas, onde quer que seja. Ela foi feita para que a água seja jogada aqui dentro.

Então uma maneira de acertar a quantidade de calor aqui é o seguinte. Aqui cabem em torno de um litro e 100, um litro e 200 nessa aqui. Dois terços dessa água pode ser fervente e um terço de água fria. E aí você tem uma temperatura adequada. Então como fazer isso só ferver a água na panela. Depois colocar essa água aqui enchendo até dois terços desse recipiente e aí depois completa com água fria. Tampa! E aí você tem uma bolsa de água quente também maleável que serve, se adequa a anatomia da área que você está tratando e vai deixar essa bolsa até ela esfriar.

Então isso pode ser repetido quantas vezes necessárias. Isso aqui é bem prático, tem que deixar bem seco na hora de guardar. É uma borracha, então algumas pessoas podem ter alergia a essa borracha. A toalha é o mais simples de todos, é mais difícil ter uma alergia a isso. E todo mundo tem à disposição, mas existem outros métodos também, existe o calor com infravermelho. Existem outros dispositivos para gerar um calor local, mas a gente consegue fazer essa compressa morna com essas ferramentas disponíveis para qualquer um, bem barato também e serve para tratamento das inflamações.

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Descanse as pernas.

Descansar as pernas é uma das melhores formas de aliviar a dor, principalmente depois de longas horas em pé e até exercícios intensos.

Portanto, tente descansar as pernas o máximo que puder e de você trabalha em pé, tente fazer pausas para que você descanse as pernas.

Eleve as pernas levemente.

Com o auxílio de almofadas ou travesseiros, deixe as pernas elevadas por tempo suficiente mais ou menos no nível do coração enquanto você fica deitada.

Isso vai ajudar a aliviar mais ainda o inchaço e dores nas pernas.

Faça compressão.

Faça uma compressão com bandagem ou meias de compressão indicadas pelo médico. Isso ajuda a melhorar a circulação e consequentemente as dores quando o problema tem origem venosa.

No entanto, cuidado para não apertar demais a bandagem ou usar meias de compressão muito apertadas.

Conclusão

Em resumo, dor nas pernas é algo comum e pode ser causada por vários fatores, como ficar muito tempo em pé, lesões musculares, falta de atividade física, câimbras e má circulação. No entanto, em alguns casos, a dor nas pernas pode ser um sinal de uma doença mais séria, como infecções, trombose, insuficiência arterial, problemas neurológicos, entre outros. Por isso, é importante estar atento aos sinais, como dor acompanhada de febre, vermelhidão e inchaço, piora da dor, pernas frias e pálidas, dificuldade de andar, dormência ou queimação. Se você estiver com algum desses sintomas, é indicado procurar ajuda médica o mais rápido possível. Além disso, é possível aliviar a dor nas pernas com o descanso, a aplicação de gelo, a prática de exercícios físicos regulares, entre outras medidas.

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