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Queijos Saudáveis na Alimentação: Uma Ode aos Queijos Curados

Quando pensamos em um prato saboroso e aconchegante, é difícil não pensar no queijo. Esse alimento delicioso e versátil é amado pelos brasileiros e está presente em uma variedade de pratos, desde massas até fondue. Mas você sabia que o queijo também pode fazer parte de uma dieta saudável?

Os queijos são fontes ricas de cálcio e proteínas e, devido ao seu processo de fabricação, podem conter até quatro vezes mais proteínas do que o leite. Além disso, eles têm um teor menor de lactose comparado ao leite de vaca. Por isso, a menos que você seja intolerante à lactose, alérgico à proteína do leite ou tenha dislipidemias, o consumo de queijo pode ser incorporado à sua alimentação diária, preferencialmente os tipos com menor teor de gordura.

Queijos são também ricos em vitaminas A, B, B12, D, K2 e fósforo. Eles são uma fonte importante de gordura saturada, que fornece energia, auxilia na absorção de vitaminas e proteínas e até na síntese de alguns hormônios sexuais. Mas lembre-se, a composição nutricional varia entre os diferentes tipos de queijos. Portanto, é importante considerar o que mais está sendo consumido em sua dieta e seus objetivos pessoais de saúde e bem-estar.

Aqui entra o poder dos queijos curados. Os queijos curados passam por um processo de maturação de pelo menos 30 dias, como o Queijo da Canastra (30 dias), Emmenthal (2 a 4 meses), Gruyère (6 meses), Grana (18 meses), Parmiggiano (24 meses), Gouda (2 a 6 meses), Edam (3 a 4 meses), Montanhês (45 dias), Parmesão (12 meses), Reino (3 meses) e Provolone (45 dias). Durante a maturação, parte da lactose é fermentada, a gordura é quebrada em pedaços menores e a proteína se torna mais digestível. Isso faz com que os queijos curados sejam uma opção melhor para pessoas mais sensíveis à proteína do leite e para aqueles que têm problemas digestivos. Para ilustrar, enquanto o queijo branco pode levar até seis horas para ser digerido, o parmesão leva apenas 50 minutos.

No entanto, mesmo os queijos curados devem ser consumidos com moderação. Uma porção ideal é de 30 a 40 gramas por dia. Além disso, sempre leia o rótulo ao comprar queijos. Evite os que contêm muitos aditivos e prefira aqueles que são mais naturais.

Para pessoas com intolerância à lactose, alergia à proteína do leite ou que seguem uma dieta vegana, existem alternativas saborosas como tofu, leite de castanha e tahini. Queijos feitos de leites alternativos, como o de castanha-de-caju, são uma excelente fonte de gordura boa e ricos em nutrientes essenciais.

Portanto, se você é um amante de queijo, pode se alegrar. Há uma variedade de opções saudáveis e deliciosas disponíveis que podem se adequar ao seu estilo de vida e às suas necessidades dietéticas.

Mas a pergunta que permanece é: que tipo de queijo você deve escolher? Bons exemplos de queijos curados nacionais são o queijo da Canastra e o queijo da Lagoa. Além disso, temos o Parmesão, Gouda, Grana Padano e Gorgonzola. Se for escolher um queijo Minas, opte pelo curado!

A maturação do queijo não só melhora a digestibilidade da proteína, como também fermenta grande parte da lactose e quebra a gordura em tipos mais saudáveis com melhor valor nutricional. Isso resulta em um perfil de gordura melhorado, contendo ácidos graxos de cadeia curta e ácidos graxos de cadeia média. Portanto, se você é intolerante à lactose, os queijos curados podem ser uma excelente opção para você.

Além disso, alternativas ao queijo tradicional, como tofu e leite de castanha, são ótimas opções para pessoas com intolerância à lactose, alergia à proteína do leite e veganos. A castanha-de-caju, por exemplo, é uma excelente fonte de gordura boa e rica em selênio, um poderoso antioxidante. Também é uma ótima fonte de fósforo, magnésio e potássio, além de ser conhecida por estimular a produção de serotonina, o chamado “hormônio da felicidade”.

Mas independente do tipo de queijo que você escolher, lembre-se sempre de que a moderação é a chave. O queijo pode ser um ótimo complemento para uma dieta saudável, desde que consumido na quantidade certa e da maneira certa.

Portanto, da próxima vez que você for apreciar um prato com queijo, lembre-se de todas as maravilhas nutricionais que esse alimento pode oferecer. Desfrute do seu queijo favorito sem culpa, sabendo que está fazendo uma escolha saudável para o seu corpo. Bom apetite!

No vídeo, o doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, discute o polêmico tema da relação entre o consumo de leite e a circulação sanguínea. Ele enfatiza que o leite, como qualquer alimento, pode ter efeitos benéficos e prejudiciais, dependendo de cada indivíduo, e que não devemos considerá-lo apenas pela lactose, pois é um alimento complexo e nutritivo que contém muitos outros componentes.

Ele destaca que o leite contém lactose, um tipo de açúcar, que é quebrado pela enzima lactase em glicose. Algumas pessoas não possuem essa enzima, resultando em intolerância à lactose. O leite também contém proteínas e gorduras, que podem ter seus próprios benefícios e malefícios.

Dr. Amato discute a controvérsia em torno do leite e sugere que as opiniões divergentes são frequentemente influenciadas por vieses comerciais ou de pesquisa. Ele sugere que os estudos atuais são limitados e, em geral, se baseiam em metanálises, que combinam resultados de estudos menores para chegar a uma conclusão geral.

Com base em metanálises, Dr. Amato sugere que o consumo de leite pode ter pequenos efeitos na diminuição da pressão arterial, um ligeiro risco reduzido de doença cardíaca coronária, AVC e hemorragia subaracnoide. Ele também indica uma pequena diminuição do risco de diabetes tipo 2 e uma ligeira redução do risco de todas as causas de morte.

Entretanto, também foi notado um aumento no risco de câncer de próstata, e ele observa que os efeitos da manteiga na circulação são incertos devido à variedade de resultados do estudo.

Em sua conclusão, Dr. Amato enfatiza a importância da “bioindividualidade”, explicando que o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Ele aconselha que as pessoas não forcem o consumo de leite se experimentarem sintomas adversos após o consumo e que a decisão de incluir ou não o leite na dieta deve ser personalizada de acordo com as necessidades e tolerâncias individuais.

Olá pessoal, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje vou falar sobre um assunto que é polêmico que é o leite e a circulação. Acho que a polêmica maior tá na questão leite e saúde em geral, que aí vocês vão ver gente falando bem, gente falando mal, pra algumas pessoas tem que tirar pra algumas pessoas tem que ficar. A vida não é tão simples quanto eh sim ou não bem ou mal, tem coisas que fazem bem e fazem mal, tem coisas que fazem e fazem bem também e a gente tem que saber dosar e entender a bioindividade, o quanto que cada um vai ser influenciado por por esse alimento. Então, eu tô aqui falando de um assunto difícil, não é um assunto fácil, tenho certeza que um monte de gente vai lá no comentário, me xingar, tenho certeza, mas a minha ideia é o seguinte, eu vou falar do leite e da circulação. Eu vou tentar me ater ao aos aspectos da circulação, afinal, eu sou vascular e no final eu vou dar a minha opinião pessoal, então vou falar da da ciência, vou falar do que tá comprovado, a gente tem que tomar muito cuidado que as pessoas também adoram falar ah porque tem é influência do mercado, é o mercado que tá fazendo esses trabalhos científicos, mas tem muita coisa sendo estudada, muita coisa sendo mostrada e nem tudo é um viés da indústria. Então, a gente tem que filtrar essa informações e entender o que que ela serve pra gente. Eu sei o que essa informação serviu pra mim, mas eu quero que você tire a sua conclusão no final. A primeira questão é a tal da lactose. As pessoas acham que o leite é igual a lactose, é a única coisa que tem no leite e num é, a lactose é só o açúcar do leite que quando quebrada pela enzima a lactase ela vai virar lactose e a glicose. Quando você compra um leite sem lactose, eles vão jogar a lactase lá dentro e você vai comprar um leite com mais açúcar e com todas as outras proteínas que podem ou não fazer mal e é o que a gente vai vai discutir com as suas gorduras e tudo mais. E quando a gente tá falando também de leite desnatado, leite com menos gordura. O benefício ou malefício pode tá nessas gorduras. Então, se você tá tirando tudo isso, talvez você não tenha o efeito que foi mostrado nos trabalhos, tanto positivo quanto negativo. Quem não pode com a lactose é quem tem eh intolerância a lactose, então a intolerância ao leite é outro assunto que pode ser intolerância a outras proteínas, tá? A caseína, betalactoglobulina e outras ahm peptídeos que tem dentro do leite. A gente tem que lembrar que o leite é um alimento fundamental sempre existiu. Nós somos mamíferos, né? A gente nasce, a gente vai ser amamentado, então o leite ele é nutricionalmente perfeito pra gente na nessa fase da vida e a discussão vem porque a gente desmama, né? Então se a gente desmama, será que depois de desmamar o leite seria importante pra gente ou não? Bom, a gente pode falar da seguinte forma, ele num é essencial. A gente consegue viver sem o leite, isso isso é óbvio, principalmente depois da da fase da amamentação, mas ele pode ser um acréscimo ele ou ele vai acabar piorando a saúde e é aí que a gente tem que responder. A gente não pode esquecer que algumas regiões, principalmente as as áreas rurais com acesso ao leite muito fácil. A gente não pode atacar o leite e falar, ah, o leite é péssimo e tira o leite de de todo mundo. Às vezes é o alimento que tem disponível ali que é fácil, que tem nutricionalmente rico e que vai ajudar essas pessoas. Então, a gente tem que ser bem mais criterioso em falar que algum alimento é bom ou é o que acontece é que a maior parte dos seres humanos tem o seu gen que produz a lactase desligado em um momento da vida e aí começa a ser mais difícil digerir essa essa açúcar do leite e isso pode dar alguns sintomas gástricos, então algum incômodo, alguma coisa que você não se sente bem. Então, se você não se sente bem, não tem porque forçar um alimento desse. Ele teria que ser assim, um superalimento que traria muitos efeitos benéficos pra você forçar algo que você não se sente bem tomando. A minha primeira dica é, se vocês toma leite, sente alguma coisa que não te faz bem, não force a barra, não não tem porque. Agora se você toma o leite e não tem nenhum desses sintomas e quer saber se o leite tá te fazendo mal ou bem, vamos lá, vou falar do dos aspectos da circulação. Lembrando que seriam necessários trabalhos enormes, randomizar, duplo cego, com alimentação pra gente conseguir ter um um poder na ciência mais forte. Então, como a gente não tem isso, a gente tem as metanálises, que pegam vários trabalhos menores e tenta somar o poder de cada um pra ver se o efeito é positivo ou negativo. É o melhor, é o auge que a gente tem na ciência nesse nesse aspecto. Então, vamos lá, da onde vem toda essa discussão do leite. É muito fácil medir quando você toma o leite do colesterol, há um aumento do LDL plasmático, que por si só não é um problema, mas ele aparece também em outros problemas, como a síndrome metabólica, como aterosclerose e tudo mais. Só ter o aumento desse colesterol não indica que isso vai acontecer, mas por causa disso já saiu um monte de teoria de que o leite é maléfico e que poderia piorar a circulação de todo mundo, porque o o leite é muito rico em gorduras saturadas, né? Não quando tá falando do leite que que eles tiram a gordura, né? O desnatado. Esse leite vai ter menos gorduras, mas essa gordura saturada ela é implicada nesse aumento do colesterol plasmático. Mas o leite não é só isso, o leite não é só essa gordura, o leite não é só a lactose. O leite é um alimento muito rico, muito complexo que tem muitas proteínas, tem cálcio, tem magnésio, tem caseína, tem os peptídeos bioativos eles provavelmente atuam mais na circulação e são uma fonte de cálcio, pode não ser a fonte principal, mas que eles são uma fonte de cálcio, sim, eles são. Ah, eu preciso do leite pra pra colocar cálcio dentro do corpo? Não, tem outros alimentos. Tem várias verduras que a gente pode usar pra pra repor o cálcio, não precisa ser no leite, mas que no leite tem e tem. E a gente tem que lembrar que tem muita gente que tá com deficiência de cálcio. Agora, o que que as metanálises mostraram? Mostraram vários efeitos na circulação sanguínea. A questão é que os efeitos são pequenos, não são efeitos grandes. Eu vou listar aqui todos os efeitos e vocês tem que lembrar, tem que ouvir isso aqui não vendo o leite como um remédio, não vendo como um medicamento capaz de causar esse efeito, mas sim que o uso desse alimento pode em algumas pessoas causar uma leve mudança nesse nesse fator. Então Por exemplo, a metanálise mostrou que tem uma uma diminuição na pressão arterial e essa diminuição é pequena. Quando a gente pega uma população enorme pra pra ter uma mudança pequena, deve ter algumas pessoas e que essa mudança foi maior e outras pessoas que a mudança foi até inversa, negativa. E a média é uma mudança pequenininha. A metanálise mostrou também uma ligeira diminuição no risco de doença coronariana que seria infarto, doença cardiovascular que é diretamente ligada parede do vaso, há também ao AVC e também a hemorragia subaracnoide, que aí a fisiopatologia completamente diferente. Poderia ter alguma coisa a ver com o risco de sangramento, alguma coisa assim, mas com certeza precisam estudar bem mais isso. Mostrou uma ligeira, pequena pra quem toma bastante leite, né? Diminuição no risco de todas as mortes em geral. Eu não posso sair falando pra todo mundo, ah, toma leite que vai diminuir a a o seu significativamente em duas vezes de de morrer por alguma coisa. Não, o impacto é pequenininho. Então, e a gente tem que lembrar, quando o impacto é pequenininho, é uma média, teve gente que teve um impacto maior, teve gente que teve um impacto menor. A questão é a gente saber quem que vai tá em cada um desses extremos. Teve uma diminuição também do risco de diabetes tipo dois. Teve trabalho que mostrou diminuição do câncer de colo, mas também teve trabalho que mostrou um aumento do risco de câncer de próstata. Lá, a gente tendo que colocar na balança. A manteiga teve trabalhos assim com resultados bem diferentes e que melhorou bastante a circulação que não melhorou, então a gente não pode chegar a muita conclusão com relação a manteiga. E como foram vários estudos diferentes dentro dessa metanálise, quando eles tão falando de consumo de alta quantidade de leite, não tinha padrão também. A gente pode falar que é mais ou menos considerado acima de quinhentos e cinquenta MLs. Cada trabalho tinha o seu padrão. Nenhum trabalho ligou direto a quantidade ingerida com com o impacto nesse fator de risco. Então, a gente não não consegue dizer se é um aumento linear, se consumir mais, vai ter mais efeito. Então, esses dados não não não foram computados. A gente não consegue chegar a a essa conclusão. E nenhum dos trabalhos avaliou leite desnatado. Então, a gente tá falando de leite com todos os seus constituintes ali dentro. Então, a princípio, metanálise mostrou que o leite é benéfico pra saúde do ponto de vista cardiovascular e o cálcio também presente no leite também ajuda nesses aspectos diminuindo a absorção de gordura ajudando a diminuir ou controlar a pressão arterial reduzindo a agregação plaquetária e até mesmo diminuindo o a gravidade da aterosclerose, mas eu sinceramente acho que a conclusão deles foi muito exagerada com aos dados obtidos, tão tentando extrapolar demais, eu acho que pode ter alguns efeitos benéficos, mas pode não ser tão grande assim quanto quanto eles sugerem. Mas uma coisa eu tenho certeza absoluta e é aqui que eu vou chegar no no ponto crucial desse desse vídeo, que é a bioindividualidade. O que funciona pruma pessoa não necessariamente vai funcionar pra outra. Veja, eu falei tudo aqui do ponto de vista circulatório, mas tem que toma o leite e tem lesão de pele, que tem dor nas pernas, que tem inflamação, que tem alteração gastrointestinal, são sinais sintomas que se forem rastreados ao leite, eu não posso fazer alguém tomar leite pra melhorar esse pequeno benefício que ele sugere na metanálise sendo que tá cheio de outros sintomas piores, inflamatórios. Então, ah, eu vou falar que o leite inflama pra todo mundo? Eu acredito que não, mas eu acredito algumas pessoas sim tem um efeito inflamatório por causa decorrente do do consumo do leite. Então esse debate do risco benefício nunca chegou e nunca vai chegar numa conclusão porque vai ser uma coisa bem individualizada. Então o leite pra essa pessoa pode fazer bem mas o leite pra essa pessoa pode fazer mal. Então não força a barra. Se o seu corpo está avisando que não está te fazendo bem você tem sintoma é melhor não não acrescentar o leite. Não faz sentido você forçar a barra. Então, não gosta, não toma. Simples assim. Cuidado com o radicalismo. Ah, leite é bom pra todo mundo, o leite é ruim pra todo mundo. Não é verdade. Mas fica atento que o seu corpo pode mudar com o passar dos anos. Então, você pode numa fase da vida ir muito bem com leite e outra fase não tolerar mais o leite. Então, fique atento a essas mudanças que pode nem ser por causa só da idade, por causa da da flora intestinal, do que você anda comendo e de muitos outros aspectos da vida. Agora a minha prática de consultório o que eu posso falar aqui pra vocês e o que eu vejo é que tem algumas pessoas que são extremamente sensíveis ao ao leite. Pra essas pessoas se a gente descobre e tira o leite da alimentação muda radicalmente pra melhor. Então qual que é uma estratégia? Uma estratégia é fique um tempo sem o leite. Ninguém vai morrer ficando trinta sem o leite e vendo se teve alguma mudança na sua vida pra melhor. É um teste terapêutico simples de fazer e qualquer um pode testar em casa. Agora eu devo beber leite vou falar a minha história. Eu não consigo beber leite. Então eu me sinto muito mal se eu bebo leite. Eu não tenho problema com queijo. Veja, eu não falei nada de queijo aqui se você quiser que eu fale sobre o queijo. Eu adoro queijo e tem muita coisa pra ser falado sobre o queijo, mas aí comenta lá embaixo é um assunto que te interessa, que aí eu posso pensar em fazer um vídeo sobre isso. Eu não tomo leite desde criança não conseguia tomar é uma coisa que não não me deixava bem, então eu não vou me forçar tomar o leite por causa desses pequenos benefícios aí na pressão arterial, no risco de diabetes, eu posso conseguir tudo isso de uma outra forma muito mais saudável que é no exercício físico por exemplo. O leite depois dessa fase da vida ele não é mais essencial para nós, então eu não preciso a barra, não preciso ir atrás de tomar isso achando que ele vai ser a solução pra minha vida. Não vai, tem outras coisas muito melhores, muito mais fáceis de de fazer. A minha sugestão é, já expliquei o teste terapêutico, todo mundo pode pode fazer e avaliar como que seu corpo reage a isso. Gostou do nosso vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos, clica no sininho lá embaixo também pra receber as notificações e fica aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir.

Quais são os queijos veganos?

Os queijos vegetais, também conhecidos como queijos veganos, são produtos derivados de várias fontes vegetais. Esses queijos são ótimas opções para pessoas que seguem uma dieta vegana ou que têm intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite. Aqui estão alguns exemplos:

  1. Queijo de Castanha de Caju: Este é um dos queijos vegetais mais comuns e populares. Ele tem uma textura cremosa e um sabor suave, tornando-o uma excelente escolha para a maioria das receitas.

  2. Queijo de Amêndoas: O queijo de amêndoas também tem uma textura cremosa e um sabor suave. Ele pode ser usado em uma variedade de pratos e é uma excelente fonte de proteínas e gorduras saudáveis.

  3. Queijo de Tofu: Este tipo de queijo é feito de tofu, que é feito de soja. É uma boa fonte de proteína e tem uma textura firme que se assemelha ao queijo cottage.

  4. Queijo de Arroz Integral: Este queijo tem uma textura semelhante ao queijo de caju, mas é feito de arroz integral. Ele é um pouco mais leve em sabor, mas ainda é uma ótima opção para quem está procurando um substituto para o queijo.

  5. Queijo de Soja: Este é outro queijo vegano comum, feito a partir de leite de soja. Ele é frequentemente usado como substituto para queijos moles, como o cream cheese.

  6. Queijo de Batata e Cenoura: Alguns queijos veganos são feitos de vegetais, como batatas e cenouras, que são cozidos e misturados com nozes e temperos para criar um queijo cremoso e saboroso.

  7. Queijo de Coco: O leite de coco pode ser usado para fazer queijos veganos. Este tipo de queijo é normalmente mais macio e tem um sabor ligeiramente doce.

Estes são apenas alguns exemplos dos tipos de queijos vegetais disponíveis. As opções e os sabores podem variar dependendo da marca e do local onde você os compra. No entanto, a maioria dos queijos vegetais pode ser usado da mesma forma que o queijo tradicional em receitas e pratos.

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