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O que podemos fazer para tratar a flacidez do abdomen?

Como tratar a flacidez de pele acima do umbigo?

O que podemos fazer?

Vou listar algumas alternativas que podem ser consideradas no tratamento do famoso “umbigo triste”, causado principalmente pela flacidez de pele ao redor da cicatriz umbilical.
    1. Abdominoplastia
      1. Abdominoplastia Clássica
      2. Miniabdominoplastia
        • Ressecção de pele pelo sulco da mama – cirurgico
    2. Ressecção de pele ao redor do umbigo
      • limitação estética local
      • 980nm
      • 1210nm
    3. Jato de plasma
      • Renuvion (plasma de hélio)
      • Argoplasma (plasma de argônio)
    4. Bodytite (radiofrequencia)
    5. Bodytite + morpheus (Radiofrequencia)
      1. Microagulhamento com rediofrequência
    6. Ultrasom microfocado
    7. Laser transdermico
      • Zye/Etherea 1064nm
    8. Bioestimuladores de colágeno
      1. ácido polilatico (sculptra, elleva)
      2. hidroxiapatita de cálcio (radiesse)
      3. poli caprolactona (Ellanse)
    9. Fios de PDO polidiaxanona
    10. Fios de sustentação (ácido polilatico)
    11. Microagulhamento

 

Qual a diferença Abdominoplastia e Miniabdominoplastia?

Você sabia que a abdominoplastia, cirurgia plástica feita no abdômen, está entre as cinco mais realizadas no mundo, segundo levantamento do Plastic Surgery Statistics Report?

Aqui no Brasil, ela é muito procurada por mulheres após a gestação.

No post anterior, eu falei um pouco sobre ela, explicando que se trata de um procedimento para retirar o excesso de pele e gordura abaixo do umbigo. Mas existe também outra cirurgia chamada de mini abdominoplastia, também muito realizada, e que possui algumas diferenças em relação à abdominoplastia tradicional. A principal diferença do mini abdômen é a quantidade de pele e gordura retirada, a preservação do umbigo na pele (ou seja, sem cicatriz) e o seu reposicionamento um pouco abaixo da posição original.

O resultado é uma cicatriz horizontal um pouco menor do que na abdominoplastia clássica, e um pouco maior do que de uma cesárea. Existem variações simplificadas dessa técnica em que não é realizada a correção da diástase acima do umbigo, ou simplesmente só é retirado o pouco excesso de pele. Poucos pacientes são candidatos a essa cirurgia, normalmente mulheres longilíneas, com uma implantação alta do umbigo e com excesso de pele e gordura apenas abaixo do umbigo.

Você já ouviu falar em Umbigo Triste?

Gravidez e oscilação de peso são algumas das situações que exigem maior elasticidade da pele e podem causar o acúmulo de tecido ao redor do umbigo, o chamado umbigo triste.

Alimentação saudável e prática diária de atividade física ajudam na prevenção. Mas se a situação já está instalada, o melhor é buscar alternativas estéticas para a correção.

Infelizmente, para muitos casos a indicação é a abdominoplastia, cirurgia plástica realizada no abdômen para retirada do excesso de pele e gordura.

Vejo muitas pessoas tentando fugir da abdominoplastia e buscando tratamentos alternativos que nem sempre vão resolver o umbigo triste, como ácido polilático, microagulhamento, rádio frequência, fio de polidioxa (Fio PDO) e fio de sustentação. São alternativas que podem melhorar o aspecto, mas com resultados limitados.

A melhor forma de saber qual tipo de tratamento está indicado para cada caso é marcando uma consulta para que o cirurgião plástico faça uma avaliação e explique todas as possibilidades existentes. Não deixe o seu umbigo triste!

 

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