Entrevista Dra Marisa - Gente que fala - Melhores momentos

Melhores momentos da Entrevista no "Gente que Fala" com a Dra Marisa

 

Se quiser ver a entrevista completa, acesse o canal no Youtube.

 

Transcrição

M1: Alô, amigos. Bem-vindos ao (Gente Que Fala) ao vivo, de meio-dia à 1, pela radio (Trianon). (AM 740 São Paulo), (Rádio Universal). (AM 810 Santos), (allTV), www.alltv.com.br, com reapresentação às 6 horas da tarde. Estamos também na (TV Guarulhos), canal 20 (UHF), canal 3 da (NET). Em (Guarulhos), 11 e meia da noite. Nosso blog, conheça nossos colunistas e colaboradores, gentequefala.com.br, nossa (fanpage) [00:00:50], facebook/programagentequefala. Você pode participar através do chat da (allTV), ou ainda o nosso (Whatsapp) 974012235, e também o telefone que fica a sua disposição, 50526622. Participando desta edição do (Gente Que Fala), dermatologista doutor (Valcinir Bedin). Prazer tê-lo aqui, doutor (Vacinir).

Vacinir: O prazer é meu. É uma grande oportunidade de a gente contribuir com a sociedade, naquela parte que a gente pode.

M1: O senhor preside a (Sociedade Brasileira de Dermatologia Clínico-cirúrgica), isso?

Vacinir: Isso.

M1: E também a (Sociedade Brasileira do Cabelo).

Vacinir: Isso.

M1: Por que tão específica assim? Porque normalmente as sociedades médicas são bem abrangentes. Mas aqui.

Vacinir: Aqui no (Brasil) nós temos sociedades médicas de pedacinhos do corpo, que são bem interessantes, não é? Você tem sociedade do pé direito, sociedade do pé esquerdo. E o cabelo sempre foi considerado uma parte não-pertencente ao corpo, não é? Ninguém acha que o cabelo faz parte do corpo humano.

M1: Como é que é isso?

Vacinir: Todo mundo tem certeza que o coração é um órgão, que o pulmão é um órgão. Primeiro que a pele não é vista como um órgão, é vista como um tegumento, um revestimento. Depois, o cabelo é um anexo da pele. Então, é mais ainda subproduto. E na verdade há problemas relacionados aos cabelo e pelos que são específicos. Então, por isso nós juntamos um grupo de profissionais mais atento a essa parte do nosso corpo. Não só dermatologistas, mas também endocrinologistas, cirurgiões plásticos, cirurgiões vasculares, que são pessoas que trabalham mais com essa parte do nosso corpo humano.

M1: Doutor (Sílvio Gabor). Um prazer tê-lo aqui, doutor (Sílvio).

Sílvio: Eu que agradeço o convite pra voltar ao programa, e ajudar, contribuir com mais alguma informação para melhorar a vida das pessoas.

M1: Senhor é gastroenterologista, especialista em cirurgia geral e do aparelho digestivo.

Sílvio: E do aparelho digestivo. E já que a gente está falando de sociedades, eu pertenço também a (Sociedade Brasileira de Hérnia).

M1: Eu que achei muito estranho a do cabelo, tem uma só para a hérnia.

Sílvio: Só pra hérnia, e a gente aprende muito, por incrível que pareça.

M1: Doutora (Marisa Amato). Prazer tê-la aqui, doutora (Marisa).

Marisa: Muito obrigada, é um prazer poder estar presente aqui.

M1: A senhor é cardiologista?

Marisa: Cardiologista.

M1: É cardiologista da (Clínica Amato), e também professora? Eu pediria a senhora que me auxiliasse.

Marisa: Eu fiz a carreira universitária, fiz mestrado, fiz doutorado, depois fiz pós-doutorado na (Alemanha), na (Fundação Alexander von Humboldt), e depois fiz livre-docência no (ENCOR). Trabalhei longos anos lá, e atualmente eu estou só na minha clínica, no (Amato Instituto de Medicina Avançada).

M1: A senhora está trazendo o livro (Estilo de Vida), já em sua quinta edição.

Marisa: Eu sempre gostei muito dessa parte de prevenção, e isso traduz toda essa ciência que eu gosto de uma forma útil para aquilo que as pessoas precisam. Então, eu sempre escrevi a respeito dessas maneiras de fazer a profilaxia, a prevenção, da parte cardiológica. E agora já está no prelo mais um outro que vai se chamar (Viva a Saúde).

M1: Este da quinta edição e um outro?

Marisa: Um outro, mas é dessa mesma série, todos falando sobre tabagismo, hipertensão, obesidade, atividade física, a maneira correta de fazer, o que é adequado, o que é mito, o que é verdade.

M1: A senhor já presenteou cada um dos participantes do (Gente Que Fala) hoje com o (Estilo de Vida), e eu vou tomar a liberdade de presentear aqueles que participam, 2 ouvintes com o livro de sua autoria.

Marisa: Ótimo.

M1: São 2 exemplares de (Estilo de Vida) que eu estarei presenteando aos que participarem. No final do programa nós divulgamos os nomes dos participantes.

M2: Você está vendo uma luzinha assim, você pode estar com glaucoma. Glaucoma é uma doença que leva à cegueira. Aí o cara já começa a ficar apavorado.

Vacinir: A informação é sempre uma faca de 2 gumes, não é? Eu acho que a informação bem dada é importante. O problema é a informação não bem dada.

M2: Ou não compreendida.

Sílvio: Ou não filtrada adequadamente.

Vacinir: Hoje mesmo saiu, está na própria internet, o maior problema. O problema maior das crianças brasileiras é que elas começam a usar o computador sem saber ler. Elas não aprendem a ler, elas não aprendem a escrever, elas não aprendem a pensar, e aí elas têm acesso à internet. Quem não pensa não pode ter acesso à internet, não é? Porque vai ter esse tipo de problema, vai se assustar, não vai separar o joio do trigo.

Sílvio: Teve um exemplo, você vai se lembrar, uma das vezes que eu vim aqui e que a gente comentou sobre um artigo que tinha saído do uso prolongado de (Omeprazol) dando demência.

M2: Sim.

Sílvio: Foi um pandemônio no consultório. Os pacientes que tomam (Omeprazol), ou qualquer ozol da vida.

Marisa: O problema é que as pessoas com a internet acham que estão dominando tudo, que elas têm cultura de tudo, e que elas sabem tudo. Elas não entendem que para saber determinado assunto, é preciso ter profundidade. Hoje é a cultura da superficialidade, todo mundo sabe tudo e não sabe nada. Ela não tem a cultura.

Vacinir: E não leu com o aspecto crítico, não é?

M2: Essa é a maior gravidade.

Vacinir: Está na internet, é verdade. Tem até uma brincadeirinha que a empregada doméstica assistiu a um acidente pela janela, e quando a patroa chegou, ela começou a relatar o acidente. Só que ela viu na televisão uma outra explicação, diferente daquela que ela tinha visto. E ela fala para a patroa, "olha, patroa, desculpa viu, eu não vi direito não, a televisão está falando que foi de outro jeito". Então, ela viu e não acreditou no que ela viu, não é? Por que a televisão está mostrando, então é verdade, mas não é assim.

Marisa: E na internet tudo é possível de ser colocado. Não é como um livro, uma revista, onde você tem uma crítica, tem uma triagem. Lá não, vai qualquer coisa.

Sílvio: A maioria das pessoas digita lá no (Google) e tem preguiça de andar para baixo. Então, ele vai no primeiro, no segundo, terceiro no máximo, não vê qual é a fonte. Então, às vezes uma fonte confiável, tipo uma fonte do (HC) que está lá no começo da segunda página, o cara não chega nem lá.

Vacinir: Não, segunda página não lê.

Marisa: É a primeira e o primeiro parágrafo.

M1: Está querendo muito, doutor (Sílvio).

Sílvio: Mas, se a pessoa for se informar que fonte é aquela, ela é segura? Ela não é segura? Ela vai passar para os de baixo.

Vacinir: E saber também que tudo tem seus motivadores. Se está em primeiro lugar não é por que é a melhor ou a mais correta, não é?

M1: Doutor (Sílvio), o senhor que é especialista, e acabou de citar aqui no início, sobre hérnia. É possível fazer uma prevenção contra a hérnia? Hoje bebês já têm esse problema, é isso?

Sílvio: Não é de hoje, não.

M1: Não, eu já não me lembro mais.

Sílvio: Crianças nascem com hérnia já a muito tempo. O bebê, o recém-nascido, não tem como fazer uma prevenção. Isso é uma falha da formação da musculatura, que deixa um espaço de passagem para alguma coisa que não deveria estar passando lá. Isso é a hérnia do recém-nascido e não tem o que fazer. No adulto, essa falha é adquirida. Então, esforço físico excessivo, algumas más formações, isso pode ser decorrência do aparecimento de hérnia. Estilo de vida, obesidade, sedentarismo, alguns remédios que tomamos podem enfraquecer a musculatura, tudo isso pode ser causa de hérnia.

M1: Os medicamentos, os efeitos colaterais podem favorecer uma hérnia?

Sílvio: Pode favorecer um enfraquecimento da musculatura. Então, a gente pega, por exemplo, remédios anticolesterolêmicos, para colesterol, eles deixam o músculo, vou falar uma palavra leiga, empapado, e por conta disso pode haver uma ruptura em um esforço físico. O tratamento é sempre cirúrgico, é mecânico, a hérnia é uma alteração mecânica da musculatura, ou daquela capa que cobre o músculo, não tem como quimicamente resolvermos isso. Então, apareceu uma hérnia, ela é cirúrgica.

M1: Quando o senhor se refere à prevenção, parece muito simples, mas não é.

Sílvio: Não, não é. Talvez eu tenha me expressado mal. Não é uma prevenção.

M1: O senhor se expressou corretamente. Eu é que entendo do jeito que eu quero. Eu fui no (Google), é esse o detalhe.

Sílvio: Mas, então, eu preciso esclarecer, porque dizem que a comunicação é responsabilidade do comunicador, então se você entendeu errado, eu preciso corrigir.

M1: Mas eu entendo de acordo com meu interesse. É isso que o senhor não entendeu.

Vacinir: Eu não quero mudar o meu estilo de vida. Quero manter o meu estilo de vida, mas quero ser protegido.

Sílvio: Então, eu preciso te dar um cartão para você passar lá depois, quando aparecer.

M1: Doutora (Marisa), estamos no mês de Setembro. (Setembro Vermelho), já está se firmando essa campanha que acontece em Setembro, que é recente, não é?

Marisa: É recente. Já faz tempo que existem algumas ações, (Semana do Exercício), (Dia do Colesterol), (Dia da Hipertensão), (Dia Mundial da Saúde), tem várias datas que já comemoramos a algum tempo. Mas, o ano passado uma instituição sem fins lucrativos tomou a frente e tem feito um trabalho muito bonito, porque ajuda sobremaneira, acho que organiza um pouco mais, valoriza, e mostra com as informações corretas, e isso é importante, também. Então, aproveita-se esse mês para enfatizar a necessidade de um estilo de vida saudável, de controlar a pressão. Porque, apesar de a gente falar muito nisso, e isso estar sempre sendo repetido em jornais, na mídia de toda a maneira, é um absurdo. Mas, assim, 50 por cento das pessoas hipertensas não sabem que têm hipertensão. Das que sabem que têm hipertensão, 50 por cento só que se trata. As outras simplesmente, "um dia eu resolvo tratar".

Vacinir: "Eu não estou sentindo nada".

Marisa: "Eu estou ótimo, eu estou bem, para que que eu vou, eu não tenho nada, o que que o médico está inventando?".

M1: Vocês são médicos, vocês não entendem a resposta do paciente, "eu não tenho nada".

Marisa: "O que que estão inventando coisa em mim, estão achando coisa que eu não tenho".

M1: Eu não tenho nada. Pressão alta, imagine. Eu mudo de médico. Doutora (Marisa), a senhora está me arrumando muitos problemas, eu não vou mais. Vocês não acreditam em pacientes, graças a deus eu não sou dessa forma, mas eu estou relatando as pessoas que eu conheço e que se comportam dessa forma.

Vacinir: Em Setembro você tem que ter um estilo de vida melhor.

M1: Não apenas em Setembro.

Vacinir: Não é só em Setembro?

Marisa: Não, Setembro tem que conscientizar, tem que aproveitar para fazer esse programa.

M2: Você fala com uma certeza tão grande que eu estou achando que você é o cara, você é o paciente.

Marisa: Mas, só completando essa informação da hipertensão. É muito importante. Daí, os 50 por cento que se tratam tomam medicação. Sim, foi no médico, ele passou a medicação, e fica tomando direitinho, 1, 2, 3, 4, 5 anos tomando do jeito que o médico passou. Não voltou para ver se está correto, nem volta depois. Quer dizer, a pressão não está regulada, não é apenas tomar o medicamento. Tem que tomar o medicamento e a pressão tem que chegar aos níveis desejados.

Sílvio: E quando o governo solta algumas normas que receitas de medicamentos têm prazo de validade, o povo acha que é por sacanagem.

M2: Para vender mais.

Marisa: É. E os pacientes querem que a gente fique renovando a receita por telefone. Não entende que aquilo é uma proteção para eles mesmo.

Vacinir: Você não é hoje o que você foi ontem.

M1: Lamentavelmente.

Vacinir: Infelizmente, não é? Em regra geral, você está pior hoje.

Sílvio: Toda regra tem sua exceção.

M2: Você veja que na nossa especialidade, papai do céu já montou um zoom lá dentro do olho, que aos 40 anos perde a capacidade de focalizar, exatamente para tentar fazer você ir ao médico. Para o cara completar a consulta fazendo um fundo de olho, e tal. Aí, o esperto vai na banca e compra óculos na banca, "estou enxergando, não preciso de médico tão cedo". Então, você acaba atendendo pela primeira vez um paciente no seu consultório com 50, 55, 60 anos, ou o que é mais dramático, quando ele diz assim, "olha, doutor, eu estava bem, comprei um oculozinho. De repente, esse olho aqui ficou cego". Bom, você torce para ser catarata, porque aí você tira uma lente, põe outra lente artificial. E aí, quando você vai examinar, você tem o grato susto de estar preparado para tentar dizer para o camarada assim, "o senhor ficou cego".

M1: Acabamos de ver isso ali fora.

M2: Você não viu? Então, é isso.

M1: Doutora (Marisa), (Setembro Vermelho) é para prevenção das doenças cardiovasculares?

Marisa: Das doenças cardiovasculares. É a hipertensão, é a obesidade, é a diabetes, o colesterol elevado. Outras doenças também, mas algumas não são previsíveis, não é? Tem cardiopatia congênita, tem várias doenças que em Setembro se dá um enfoque maior, porque também tem muitas pessoas que ainda, nos dias de hoje, acabam chegando no consultório com uma doença que já tinha faz tempo, mas só depois que descompensou completamente é que aparecem lá. Então, são 2 coisas diferentes. Isso aqui é prevenção, é coisa que pode nem aparecer. 80 por cento dessas doenças cardiológicas, essas pessoas precisariam nem ter. É um absurdo. Porque outras a gente não pode evitar, mas 80 por cento podemos. Quer dizer, não tinha que ter infarto, não tinha que ter um (AVC), não tinha que ter um aneurisma, poderia ter controlado tudo isso muito antes. Então, é por isso que há um enfoque muito grande nessa parte. Mas, tem outras doenças também que as pessoas sentem um cansaço, alguma coisa assim, "isso não é nada", vai deixando. Pra que ir no médico? De repente, vai descobrir coisa que não quer saber, e vai mandar fazer também o que ele não quer. Está fumando, gosta de fumar, vai lá para o quê? Vai ouvir que está errado. Ele já sabe que está errado. Ele só não quer deixar de fumar. Está vendo, também, que engordou um pouquinho, mas ele deixa, "eu vou depois, um dia". Então, por essas coisas assim que eu acho que ter um mês de campanha de conscientização é bom, para também ninguém deixar passar.

M1: Doutora (Marisa Amato), normalmente quando a gente vai ao médico, não necessariamente a um cardiologista, a medição da pressão a 8 por 12 está ótima. Mas, eu ouço falar em variações sobre esses números. Continua a ser 8 por 12, ou não?

Marisa: Eu posso falar uma coisa sobre isso, que é o seguinte. Primeiro, a pressão oscila nas 24 horas. Então, a pressão da gente na hora que está lá sendo examinado não é exatamente aquilo, ela oscila.

M1: Tem gente que entra lá, quando vê vocês com aquele jaleco branco, já assusta.

Marisa: É, já sobe. Tem outros que quando veem a gente cai, relaxa, fica tranquilo. Também acontece isso. Não somos só um terror, não é? Tem aqueles que se sentem à vontade, se sentem bem, tranquilo. Na cardiologia tem. Mas, o que eu tenho que falar desses índices de hipertensão é o seguinte. Com vários estudos que se tem hoje, grandes, populacionais, mundiais, com vários países trabalhando juntos, dando informações, observa-se que quanto mais baixa a pressão de um indivíduo, menos risco cardiovascular ele tem, menos eventos ele tem, menos infartos, menos derrames, menos qualquer coisa. Então, quanto mais baixa estiver a pressão, sempre melhor é. Sempre, sempre. E estipulou-se que hipertensão é acima de 14 por 9.

M1: Qual é o problema aí? É o 14 ou é o 9?

Marisa: Os 2. Se você tiver só a sistólica, a 14, a 140, só essa estiver elevada, é uma hipertensão sistólica. Se você tiver só a diastólica, a mínima, elevada, é uma hipertensão diastólica. Então, existe a hipertensão que tem as 2, e existe a hipertensão só sistólica, ou só diastólica.

M1: Esses números são proporcionais sempre ou não são? Sempre é 12 por 8, 14 por 10?

Marisa: Então, em uma hipertensão pode não ser. Em algumas doenças cardíacas também existe uma defasagem muito grande entre a mínima e a máxima. Por exemplo, em uma insuficiência aórtica você pode ter um valor de 16 por 4. Isso é um normal dentro daquela doença. Então, os valores da hipertensão devem ser considerados dentro de um contexto. E outra coisa importante é que o rigor desse valor da hipertensão depende dos outros fatores de risco do paciente. Então, o indivíduo que já teve um infarto, o indivíduo que já teve um derrame, um diabético, um indivíduo com uma síndrome metabólica, que são pessoas que tem fatores de risco elevadíssimos, graves, esses precisam ter a sua pressão arterial 12 por 8. A gente tem que ter esse rigor. Uma pessoa que não tem nada, um jovem de 20 anos que não tem nada, vamos dizer, só tem um fator de risco, os pais morreram com infarto com 40 anos, é um fator de risco, mas não é dele, é o que ele trouxe e ele não tem mais nenhum fator de risco. Esse paciente pode até ter 13 por 9.

M1: Deixa só eu aproveitar o momento aqui, doutora (Marisa). Tem uma pergunta enviada à senhora, "reposição hormonal masculina pode ser classificada como medicina preventiva", pergunta o (Jaime). Não sei se é específico à senhora ou não.

Marisa: Não. A reposição hormonal masculina é uma coisa muito específica para cada caso, e pode ser preventivo para a parte dos sintomas masculinos vindos da idade, mas nada relacionada à parte cardiológica. Já o da mulher é diferente. A reposição hormonal feminina protege a mulher das alterações ateroescleróticas. Entendeu? Veja, a pergunta foi masculina, mas não é, não existe paralelo.

M1: Estamos sujeitos a todas as perguntas aqui. Doutor (Vilmar), é sempre bom tê-lo aqui. Por favor, os nomes daqueles que recebem os livros da doutora (Marisa Amato). Algum endereço, doutora (Marisa), que se possa entrar em contato com a senhora?

Marisa: Nós ficamos lá na (Avenida Brasil), 2283. E tem o site que é www.amato.com.br.

M1: Aqueles que participaram são (Marta) da (Santa Cruz), e (Rogério) da (Lapa), devem entrar em contato com a nossa produção e receber o livro (Estilo de Vida), da doutora (Marisa Amato). Agradeço a todos que estiveram hoje conosco no (Gente Que Fala). A direção geral é do jornalista (Fausto Camunha), a diretora de produção é (Zenilda Salvato), redação (Raela Brandão e (Pedro Esquiavon), na pauta (José Carlos Cicarelli), produção cultural (Ricardo Godoy). Na rádio (Trianon), (Berêberê), (Cléo Rodrigues), (Naildo Neves), (Ricardo Valim). Na direção da (allTV), (Alberto Luqueti), na técnica (James Eduardo), (Marcelo Fontam), (Sergio Oliveira), (Yago Matsumoto). Estaremos de volta amanhã ao meio-dia. Grato e até lá.

 

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